Boys, boys, boys


Rui Rocha,

Tenho, desde muito pequeno, a mania de associar músicas, videoclips ou filmes às mais diversas situações. No momento actual da vida política, o primeiro impulso é o de ilustrar certas nomeações com o Boys Don’t Cry dos The Cure. Todavia, analisados os clips disponíveis no Youtube, parece-me que a coisa não funciona. O Roberth Smith é demasiado soturno para ilustrar a felicidade de pessoas que estão bem na vida. E a letra também não ajuda. Tudo somado, o mais fiel ao momento talvez seja o da Sabrina. De todos os que conheço, é o que melhor conjuga boys, alegria, uma dose assinalável de mau gosto e mamas:

 

30 comentários em “Boys, boys, boys”

  1. Ó Rui estás a ser injusto. E então aquela moçoila que fazia de Floribela e que casou com o Djaló, não concorre com esta?!
    Sempre a preferência pelo produto estrangeiro, que nos desequilibra a balança. Francamente! Este é um blogue que defende o produto nacional. Valha-me Deus, que sois sarracenos!

  2. Mau gosto?… na Sabrina?
    Óh meu amigo Rui… aquela mulher… se fosseu que mandasse, era já eleita Património Mundial da feminilidade! (juntamente com mais umas quantas…)

      1. Bom, Helena, se a Sabrina for possuidora de um código genético comparável ao seu, presumo que aos sessenta tenha adquirido ainda mais “qualidades” do que estas que podemos apreciar no vídeo.

          1. Engraçadinho, sim (nem todos podem ser perfeitos)
            Gozar, nunca! (pelo menos, no sentido depreciativo que a palavra comporta)
            Velha… a minha amiga pelos vistos, não se conhece.

  3. Caríssimo, por mais que a letra diga, por mais que a musica seja alegre, é as mamas que saltam à vista.
    Aquela gentalha toda a mamar, só mesmo com leitarias grandes.
    Mas nós é que estamos a ser ordenhados….

  4. Aqui discordamos Rui…
    Elogio-lhe a memória, comum á minha, deste inigualável video da Exma. Sabrina (versão morena da Fox conterrânea).
    Porêm associar estes boys com outros boys coloridos mina-me completamente as recordações dos 80.
    Os boys apesar estão para mim sempre associados, aos rapazes, sempre vampiros do Zeca…aqueles que tudo comem e nada deixam.

    Porêm…gosto sempre de ver este vídeo, um must…Sabrina…um must.

  5. Eu lembro-me de os meus colegas de escola cantarem: “Boys, boys, boys, as mamas da Sabrina – Boys boys boys parecem gelatina”.. mas confesso que nunca tinha visto o vídeo. Só agora percebi o que eu perdi!!!… Aos 30anos percebi que afinal fui uma criança infeliz: não visualizei o vídeo!! 😀

  6. Caramba, os anos oitenta foram mesmo chungas. Já não me lembrava da rapariga (e agora que me lembrei vou tentar esquecê-la).

    Por acaso é uma questão interessante esta: dá ideia que os adolescentes de 70s ou de 90s tinham referências muito mais refinados que nós (ou do que eu) na cultura mainstream, não? Se calhar não.

    1. Não. (talvez certamente nos 60s e 70s).
      Os oitenta foram igualmente alucinantes para a adolescência (no meu caso pelo menos).
      Chungas e tão saudosos como deliciosos.
      Mas eu nunca fui muito de mainstreams…

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