Tenho, desde muito pequeno, a mania de associar músicas, videoclips ou filmes às mais diversas situações. No momento actual da vida política, o primeiro impulso é o de ilustrar certas nomeações com o Boys Don’t Cry dos The Cure. Todavia, analisados os clips disponíveis no Youtube, parece-me que a coisa não funciona. O Roberth Smith é demasiado soturno para ilustrar a felicidade de pessoas que estão bem na vida. E a letra também não ajuda. Tudo somado, o mais fiel ao momento talvez seja o da Sabrina. De todos os que conheço, é o que melhor conjuga boys, alegria, uma dose assinalável de mau gosto e mamas:

Ó Rui estás a ser injusto. E então aquela moçoila que fazia de Floribela e que casou com o Djaló, não concorre com esta?!
Sempre a preferência pelo produto estrangeiro, que nos desequilibra a balança. Francamente! Este é um blogue que defende o produto nacional. Valha-me Deus, que sois sarracenos!
E quem nos garante que as da Floribela não são PIP?
Mataste-me com essa! Mas quem garante que os da Sabrina não são?!
Pede-se uma perícia ao Berlusconi. Nestas coisas só deve confiar-se em especialistas.
Parece-me melhor. Mas o sujeito não dá inteira garantia, nem mesmo nessa matéria…porque o que é a troco de mais valias, pouco vale, digo eu que sou ingénua!
Mau gosto?… na Sabrina?
Óh meu amigo Rui… aquela mulher… se fosseu que mandasse, era já eleita Património Mundial da feminilidade! (juntamente com mais umas quantas…)
O amigo Bartolomeu já viu os três tipos que estão em cima das cabines?
Ahhhh!!!
não tinha dado por aqueles 3 violinos no telhado…
O que só lhe fica bem, Bartolomeu.
Ah! Ah! Estes rapazes da blogosfera só enxergam património perecível…
Já alguém pensou como ela vai estar aos sessenta?!
Que falta de valores há neste blogue…
:))
Bom, Helena, se a Sabrina for possuidora de um código genético comparável ao seu, presumo que aos sessenta tenha adquirido ainda mais “qualidades” do que estas que podemos apreciar no vídeo.
Engraçadinho a gozar com a velhinha!
Engraçadinho, sim (nem todos podem ser perfeitos)
Gozar, nunca! (pelo menos, no sentido depreciativo que a palavra comporta)
Velha… a minha amiga pelos vistos, não se conhece.
Caríssimo, por mais que a letra diga, por mais que a musica seja alegre, é as mamas que saltam à vista.
Aquela gentalha toda a mamar, só mesmo com leitarias grandes.
Mas nós é que estamos a ser ordenhados….
Chama-se pagar com o corpo.
Aqui discordamos Rui…
Elogio-lhe a memória, comum á minha, deste inigualável video da Exma. Sabrina (versão morena da Fox conterrânea).
Porêm associar estes boys com outros boys coloridos mina-me completamente as recordações dos 80.
Os boys apesar estão para mim sempre associados, aos rapazes, sempre vampiros do Zeca…aqueles que tudo comem e nada deixam.
Porêm…gosto sempre de ver este vídeo, um must…Sabrina…um must.
Que valha por isso, Outside.
Eu lembro-me de os meus colegas de escola cantarem: “Boys, boys, boys, as mamas da Sabrina – Boys boys boys parecem gelatina”.. mas confesso que nunca tinha visto o vídeo. Só agora percebi o que eu perdi!!!… Aos 30anos percebi que afinal fui uma criança infeliz: não visualizei o vídeo!! 😀
Bora lá recuperar o tempo perdido, Vergueiro.
Console-se. Se tem 30 anos o que não terá visto…
Caramba, os anos oitenta foram mesmo chungas. Já não me lembrava da rapariga (e agora que me lembrei vou tentar esquecê-la).
Por acaso é uma questão interessante esta: dá ideia que os adolescentes de 70s ou de 90s tinham referências muito mais refinados que nós (ou do que eu) na cultura mainstream, não? Se calhar não.
Não. (talvez certamente nos 60s e 70s).
Os oitenta foram igualmente alucinantes para a adolescência (no meu caso pelo menos).
Chungas e tão saudosos como deliciosos.
Mas eu nunca fui muito de mainstreams…
Tendo a concordar Outside.
Soubesse eu o que é o mainstream…
Credo, Rui, isto é miserável.
Foi o que pensei, Ana.
És um menino de coro, está visto. 😉
De karaoke, vá…
Ana, estou a “acostumar-me” a estes tabúsitos. Inda dizem mal da blogosfera. Tivera eu 20 anos…
Eheheheheh. Não duvido, Helena!