O Presidente só disse coisas certas, mas disse-o fora de tempo, a meu ver. Deveria ter dito tudo muito mais cedo. Depois, quando o disparate atingiu proporções de TGV’s, de travessias do Tejo e de auto-estradas, o Presidente deveria ter demitido o Governo. Por muito menos que isto Santana Lopes foi mandado para casa.
Já sei o que estão a pensar: depois Sócrates fazia-se de vítima e voltava a ganhar a maioria absoluta. É um risco, mas que não se compara ao risco de ver o país ficar cada vez mais curto, mais pobre, mais triste e mais barato para as construtoras.
Já sei outra coisa em que estão a pensar: não se demite o governo numa altura de crise porque não se pode ficar sem governo o tempo necessário para novas eleições. Mas para isso há também uma solução. Chama-se governo de iniciativa presidencial. Não cai bem? Pois, mas acredito que o Bush também nunca terá pensado que um dia ia fazer nacionalizações. A verdade é que, para grandes males, é preciso grandes remédios, e não grandes palavras.

O problema que o Sr. Presidente da República tem nas mãos, não o deixa fazer o que quer ou acha que deve fazer.
Neste momento, ou há cerca de 6 meses já +/-.
Há 3 partidos em empate técnico na sondagem ou estudo encomendado a fontes acima de qualquer suspeita por a Presidência da República.
Eu não gostaria de ser Presidente da República, ter vontade e em consciência achar que tenho que dissolver a AR e demitir o governo com mais do que motivos e justificações para tal, mas ao mesmo tempo saber que poderia ficar na história, como o homem que proporcionou a um partido anti- democrático, anti-europeu, irresponsável, politiqueiro, sem a menor noção do que é Democracia e acima de tudo, sem mérito porque se limita a captar votos de pessoas revoltadas que em momentos normais, nunca lhes entregariam o seu voto. Fazer destes senhores mesmo que em mera hipótese, governo de Portugal, legitimamente eleito.
Então eu concordo plenamente com o Sr. Presidente da República e que ganhem esse direito em eleições ordinárias. Aí ninguém vai dizer que houve na história de Portugal 3 Golpes de Estado. Há 2 e o último colocou esta gentalha no Governo de Portugal.
Perfeitamente compreensível a atitude do Sr. Presidente da República.
Um destes dias no meu blogue colocarei essa sondagem em pormenor, tive conhecimento dela por quem a fez e que não é quem costuma andar pelas TV´s.
O seu blogue também é anónimo?
Desculpa, João, anónimo é só o meu…
Eu achava que sim…
E dos melhores… Esse Anónimo.
Não, mas escrevi sem pensar que estava como anónimo. Desculpe mas é a 1ª vez que o faço e ainda não me habituei à ideia e a como se faz, simples falta de hábito.
Nunca antes escrevi como anónimo em lugar nenhum, mas como levo com eles (Anónimos) todos os dias… Também tenho o direito de brincar assim.
Uma Sondagem Anónima limitada?
E OVNIs? Existem?
Vamos ver se esses resultados surgem nas europeias. A confirmarem-se as sondagens para as legislativas a que o comum dos mortais tem acesso, receio um segundo mandato socialista com o PR a esticar a corda sem nunca partir. Acho que já vi isto: o Presidente chamava-se Mário Soares, o PM Aníbal Cavaco Silva e só não foi grave porque os tempos eram de crescimento e, mais coisa menos coisa, nada causava damasiado transtorno. Agora é diferente.
Eu ia perguntar o mesmo… é que não vejo como poderemos nós ver a tal sondagem em pormenor, quando a publicar.
Deve ter a ver com prestidigitadores ou outras artes de palco!
O tempo lhe responderá, minha cara.
No mínimo espero que o nome próprio desse tempo seja bom!
De qualquer modo agradeço a resposta!
Um grande português dizia “acredita? não? então investigue, mas não ignore”
Os OVNIs?
Ou a sondagem mistério?
Discordo transversalmente do que dizes, Cristina.
Não compreendo como dizes que “por muito menos que isto Santana Lopes foi mandando para casa”, a sério que não percebo, só mesmo a falta de memória o pode justificar.
Depois, quando falas do “país (…) mais barato para as construtoras” só me recordo dos tempos de Primeiro-Ministro do Presidente a que te referes, onde perante uma incontinente torneira de financiamentos europeus tudo (ou quase tudo) foi gasto no serviço aos interesses dessas mesmas construturas e de outras que ao tempo laboravam.
Bem sei que não é suposto e jamais acontecerá concordarmos em matérias como estas, mas aqui acho que pecas por uma visão parcial da história.
“(…)mas aqui acho que pecas por uma visão parcial da história.”
visão parcial!!?? então você analisa dois contextos distintos como se fossem iguais! a isto chamo deturpar a historia, nem chega a ser visão parcial … ou melhor, é visão XUXA!!!
Caro Central de Marcação,
Antes de mais saúdo o seu regresso pois há meses não o via.
Em segundo lugar o meu comentário é dirigido à Cristina. Ainda que por trás desse robusto ecran e corajoso teclado estivesse uma Cristina, não era a essa que me dirigia.
Por fim informo que com o excesso de trabalho e preocupações a minha paciência já não é o que era, por isso, comentários menos correctos serão prontamente apagados.
Caro André, expliquei-me mal. Eu não tenho nada contra as construtoras, mas na situação que o país atravessa pensar em aeroportos, em TGV’s e em travessias do Tejo só terá justificação se:
1 – se acreditar no keynesianismo (julgo que nem o próprio keynes o faria);
2 – se tivermos compromissos que não podemos deixar cair.
Ou seja, ou as decisões são burras ou são mafiosas. Tens uma explicação positiva?
Cristina, eu acredito que (em especial) em tempos de crise o estado deve intervir de forma a assegurar que os cidadãos sofram o menos possível. Isto passa pelo emprego também, seja o pleno emprego de Keynes, seja uma fase do caminho que a ele conduziria.
A construção de um novo aeroporto ou do TGV não dá apenas emprego a gente de leste ou africana, como a Dra. Manuela Ferreira Leite disse de forma infeliz. Aceito que seja discutível a necessidade destas duas grandes obras, mas lá que podem ajudar muita gente a superar com menos sofrimento este período, podem…
Depois cumpre avaliar se a sua feitura tem retorno no futuro. Aí confesso que não sou especialista na questão ao ponto de afirmar que sim, mas pelos debates a que assisti sou capaz de jurar que a possibilidade de serem obras necessárias e com grande rentabilidade futura é muito forte.
Por algum motivo a Dra. MFL ficou sozinha na Europa a dizer que o investimento em obras públicas é um erro.
André, Se me permites entrar nesta discussão interessante, discordo quando dizes:
“Por algum motivo a Dra. MFL ficou sozinha na Europa a dizer que o investimento em obras públicas é um erro.”
Isso não coincide com a realidade e só encaixa no sound-byte governativo. A propósito, por exemplo, lê este post do Tyler Cowen: nalrevolution/2009/04/are-european-natio ns-freeriders-when-it-comes-to-fiscal-po licy.html
http://www.marginalrevolution.com/margi
De resto, não me parece que a Ferreira Leite seja propriamente contra o investimento público, mas é certamente contra investimento público tipo TGV e novo aeroporto (como disse no post mais abaixo, a grande diferença entre os dois partidos é mais retórica do que outra coisa).
Só uma pequena correcção ao que digo, Ferreira Leite não é “certamente contra”, mas tão só “aparenta ser contra”. Mesmo porque MFL parece limitar a sua recusa em apoiar esse investimento no período especifico actual e não necessariamente para todo o sempre. Assim fica melhor.
Claro que te permito, Jorge.
Sei que a Dra. MFL não ficou absolutamente sozinha a dizer isso, mas quase. Referia-me a Governantes e pretendentes a. Não te sei precisar mas sei que era uma esmagadora minoria e, ao tempo, até o Dr. José Manuel Durão Barroso discordou dela, facto que teve muito eco interno.
O problema da Dra. MFL neste campo é opinou daquela forma porque queria fazer frente ao Governo, ponto. Era preciso fracturar, mostrar alternativa e algo diferente, então a Dra. mostrou esse caminho. Daí a incoerência que existe e que detectas dizendo que ela não é “propriamente contra o investimento público”. Faltou-lhe a base e uma fundamentação coerente. Foi outro dos erros que cometeu embora talvez seja o menos “famoso”.
“esmagadora minoria e, ao tempo, até o Dr. José Manuel Durão Barroso discordou dela, facto que teve muito eco interno.”
Discordo. Nunca foi assim. O PM, hábil político, é que criou a sensação que Ferreira Leite era contra o investimento público, coisa que ela nunca foi. Ela é contra as grandes obras públicas (bem diferente – e é contra por causa do contexto) . O professor Luís Campos e Cunha (é uma provocação lançar este nome, bem sei) explica muito bem porque as grandes obras públicas são um perigo neste momento (o dinheiro é finito – e nós não temos dinheiro, vamos ter de pedir emprestado – se gastas tudo em grandes projectos vai-te faltar depois dinheiro para pequenos projectos). Digo-te mais, fosse o PSD no governo a propôr o que agora o PS propõe e estaria o PS alegremente a apresentar como proposta na oposição a actual do PSD. Não estamos aqui a falar de ideias que se apoiem na tradicional clivagem de esquerda/direita, mas tão só da necessidade de quem está na oposição parecer diferente (repara que o discurso do PSD no caso nem anda muito longe do discurso do PCP).
De resto, em relação ao que dizes, é minha opinião que a Dra., apesar de tudo, não é mais incoerente que o Engº. Mas esse debate preferia guardar para outra altura (o Engº tem é mais poder retórico, e quando a retórica é a principal diferença entre os dois partidos, tal conta muito).
Mas eu também acho que estas obras vão ajudar muita gente. Lamento que sejam pessoas que não precisam de ajuda… também será muito útil. Sei lá, pode substitutir a linha do Tua, nas em muito mais caro. Por favor…
O aeroporto, com a crise na aviação, vai ser um investimento lamentável e o TGV, se tiver o ridículo traçado pára-em-todas-as-câmaras-que-interessam,
A aviação está em crise hoje mas terá a sua inevitável recuperação no futuro. Cada vez mais as pessoas têm de se deslocar e ao nosso tempo ainda não existe meio melhor e mais económico para as longas distâncias. Esse argumento não colhe, Cristina.
O TGV pode ter paragens em-todas-as-câmaras-que-interessam e várias rotas, umas com mais paragens que outras. Desta forma fica salvaguardada a rapidez das principais ligações, conferindo a importante diminuição dos índices de inacessibilidade de algumas zonas rentabilizando ainda mais o investimento.
A linha tem de passar por inúmeros sítios, é uma inevitabilidade física com que se confronta quem quer unir dois pontos. Construir mais estação é o menos difícil e caro e uma excelente forma de rentabilizar o investimento para além do objectivo principal.
“A aviação está em crise hoje mas terá a sua inevitável recuperação no futuro.”
E a evolução do preço do petróleo? E o combate ao aquecimento global? A Portela está esgotada – como e em que sentido? Como é que Heathrow consegue operar com uma taxa de ocupação bem superior à da Portela? Ou o novo aeroporto é para subjugar o país à estratégia da TAP? E as low-cost? De que forma o novo aeroporto condiciona a evolução do aeroporto Francisco Sá Carneiro no Porto? E a ANA enquanto monopólio vai ser nacionalizada – quais os custos para o consumidor? Etc… etc…
“O TGV pode ter paragens em-todas-as-câmaras-que-interessam e várias rotas, umas com mais paragens que outras.”
Quanto tempo vai permitir poupar o TGV em relação à actual ligação Lisboa/Porto? É o TGV competitivo na rota Lisboa/Madrid em comparação com o avião? Quanto custa os desvios e demais paragens previstas no traçado do TGV? Etc… etc… etc…
“onde perante uma incontinente torneira de financiamentos europeus”
Hoje Portugal endivida-se mais por dia do que os fundos que recebeu na altura a que se refere.
Confirme…
Confirmarei. Mas já agora ajude-me e diga-me onde foi buscar essa informação para me facilitar o trabalho.
Pode começar por aqui se quiser, mas se não acreditar há mais…
http://sic.aeiou.pt/online/scripts/2007/v ideopopup2008.aspx?videoId={EEB12ECA-ACA 0-4539-8A6B-49B6F1125B41}
Pois Medina Carreira, o homem que abandonou o Partido Socialista por discordar da política económica que o caracterizava. O mesmo que apoiou publicamente Cavaco Silva na candidatura à Presidência da República.
Preferia dados em vez de opiniões. Não tem?
Abandonar o PS e apoiar Cavaco Silva são suficientes razões para descompor alguém, mesmo que esse aponte 48 milhões € dia e ninguém o tenha desmentido. Na altura que referiu, Portugal recebia cerca de 30 milhões € e não eram dívida, eram incentivos.
http://www.youtube.com/watch?v=LffslKoCq Zo&feature=related
Ah… Só mais uma coisa, se conseguir desmentir esses números, prepare já uma boa desculpa para justificar as palavras de António Guterres e José Sócrates na altura ainda meninos que só falavam nos 6 milhões de contos por dia, Já aqui tenho o Tonecas e estou à procura do Sócas, vou encontrar porque tenho memória…
Como odeio Anónimos, o meu nome é Vitor Soares Maganinho e o meu blogue é o Matosinhos OnLine que está aqui http://matosinhosonline.blogspot.com/
Nada tenho a temer de si ou de quem quer que seja.
Quanto à sondagem, mal eu possa, publicarei mas duvido que vá ser o 1º.
Sou só um desempregado com alguns amigos.
Outros estão empregados e com mais amigos ainda e talvez mais importantes como penso que seja o seu caso.
Eu nunca trairia um amigo que me deu uma informação confidencial.
Mas sei que outros, a publicavam na hora (os tais jornalistas profissionais…).
Abraço
Nem vou entrar por aí. Compara situações incomparáveis pois os tempos são diferentes. Ao tempo não vivíamos a crise que hoje nos assola. Se quando a generalidade das economias mundiais está de boa saúde também a nossa economia vive mais saudável. Ao tempo isso acontecia. Hoje não.
Pedi-lhe os dados porque gostava efectivamente de ver um estudo sobre isso não palavras que não me adiantam de grande coisa…
Se quiser podemos antes entrar pela discussão do ponto da eventual auto-suficiência da nossa economia no plano mundial. Argumentos e declarações para isso, tem?
Caro André Couto.
Eu não sou ninguém para discutir consigo, mas adorava vê-lo em discussão com um dos maiores vultos do PS e da democracia portuguesa.
Talvez ele não lhe dê essa importância e só.
Longe de mim reduzir a figura que Medina Carreira é, os seus conhecimentos ou a sua competência.
De qualquer forma o seu raciocínio enferma de um perigoso vício: o de que não é questionável ou é absolutamente verdadeiro aquilo que diz alguém que tenha um passado e presente de valia semelhante aos de Medina Carreira.
A realidade é dinâmica e, muitas vezes, quando se olha para uma situação pode haver mais do que um ponto de vista válido.
Quanto à importância que Medina Carreira me daria, parece-me uma questão absurda pois não demonstrei essa pretensão. Bem melhor seria que se centrasse na questão em vez de derivar para cenário absurdos e hipotéticos como essa discussão ou a importância que ele me daria…
Se a ideia era diminuir-me, bateu na trave e voltou para trás.
Há uma coisa que me parece certa: nada será pior do que o mau clima instalado, sobretudo agora que a cooperação estratégica se foi.
O blog do luís bernardo e do filipe batista não gostou do que vocês escreveram
Pior que um anónimo a comentar só mesmo um anónimo a tentar atentar contra o anonimato de outros. Tenha vergonha e faça qualquer coisa de construtivo na sua área.
Tanto o Câmara Corporativa como o Jumento são excelentes fontes de inspiração para o dia em que reunir essa coragem.
Fui ver. O Jumento é tão anónimo como utra coisa qualquer. Quanto ao Câmara Corporativa, resolveu incluir-me na “campoa negra” e anuncia que eu sou uma jornalista da TVI que não é convidada para as galas de sexta-feira. Como qualquer pessoa comprenederá, ser jornalista da TVI e não ser convidada para esses momentos deixa qualquer pessoa enlouquecida. Quase tenho pena de não ser verdade. Mas o facto é que não sou jornalista da TVI.
Eu até ia comentar. Mas… como adivinha o que estou a pensar, passo. Fica só isto: hilariante o post .
Pois… O problema é andarem desempregados a falarem sobre desemprego. Imigrantes a falar sobre Xenofobia, Pobres sobre as dificuldades e falta de dinheiro, etc.
Devia ser o Sr. André Couto a falar sobre todos estes temas, mesmo que saiba 0000 sobre eles.
Abraço
Fala quem se fartou de construir desde que aqui entrou.
Creio que já teve a devida publicidade que queria ter para o seu blog pelo que lhe desejo uma boa noite!
Já vamos em governos de iniciativa presidencial?
Bolas…realmente a cultura democrática ainda precisa de ser polida em Portugal.
Não tarda o desespero de alguns apelará ao intrínseco saudosismo portuga e acaba tudo a clamar por um salvador da pátria! O D. Sebastião tarda em voltar…
Perante os problemas há três tipos de reacção: há quem fuja; há quem entre em pânico e nada faça; e há outros que reagem.
Apostar no investimento público em áreas chave e com a devida ponderação é agir.
O resto é esperar que os problemas passem sem nada fazer.
Laissez Faire vai servindo quando os mercados estão estáveis. A bitola não é a mesma nos tempos de crescimento e de crise…
Já agora acrescento, se MFL não concorda com TGV e Aeroporto, quais são as contrapropostas?
Pois…ninguém sabe. Nem a própria possivelmente!
Não sei. Veja no site do PSD ou leia as entrevistas dela. Eu falo por mim, por estranho que lhe possa parecer.
Caríssima,
O que eu acho engraçado é o enorme numero de comentários – face ao seu post, pouco habitual nesta paroquia.
Tantos anónimos bem informados…
Acho melhor começarem a olhar bem em volta quer ai na redacção quer nas deslocações externas, pois que eles andam ai em marcação cerrada ai isso andam …
Melhores cumprimentos,
Outro anónimo – mal informado diga-se! 🙂
Tanto pelo site, como pelas entrevistas, só se apreende que, tal como o título deste post, MFL está a funcionar numa lógica do botacionismo. “Bota abaixo” puro, sem apresentação de propostas, é falta de sentido de Estado.
Não me parece de todo estranho que fale por si.
Só me custa ver que neste país, ao primeiro sinal de dificuldades, a resposta típica seja atropelar a democracia.
Procurar salvadores da pátria a todo o custo tem demonstrado os resultados práticos bem brilhantes que conhecemos….
Esse Daniel Reis é nome de quê? Alguma brigada de contra-informação, paga com os nossos impostos, e ao serviço de um governo que não tem qualquer reacção – séria e qualificada – à crise internacional? Alguma ideia saíu da cabeça magnífica desse Manuel Pinho do BES? Talvez haja um rumo estratégico, uma idéia para o país, um objectivo e um sonho a alcançar, mas só vejo aumentar a desigualdade social, proteger as grandes empresas e a elas entregarem os grandes negócios que o Estado (com os nossos impostos) inventa como úteis para a nação Tenta vender a ideia que é cheio de iniciativa e determinação; mas só para o fundo do poço para onde nos lançou.
Só propaganda, tão organizada que até a blogosfera ocupa, – tempo e energia tambám paga com o dinheiro da nação concerteza-, depois de rapidamente ter feito desaparecer de um horário visível o programa Contra-Informação. Um governo de maus fígados que algum dos desvarios de juventude deve ter provocado.
Um nojo o seu ganha pão Daniel.