"Direi que creio na imortalidade: não na imortalidade pessoal, mas na imortalidade cósmica. Continuaremos a ser imortais; para além da nossa morte corporal fica a nossa memória, ficam os nossos actos, as nossas obras, as nossas atitudes, toda essa maravilhosa parte da história universal, ainda que o não saibamos, e é melhor que o não saibamos" – 5 de Junho de 1978
Este pequeno texto a recordar Jorge Luís Borges devia ter entrado ontem, dia em que passou mais um aniversário do seu nascimento na Rua Tucumán, de Buenos Aires. Mas como ele é intemporal e há muito conquistou a imortalidade cósmica, aqui fica a sua lembrança. Borges nunca vem tarde.


Pois não, Sérgio. Autor imortal, sem dúvida: transcende a sua época e o seu quadrante geográfico. Sendo argentino, era com tanta ou mais propriedade um cidadão do mundo.
Creio que Borges também iria achar que tu nunca vens tarde. Parabéns por esta memória.