Quando temos grandes interpretações e um bom argumento, o resultado é, quase sempre, este: um excelente filme. É o que acontece com Nas Nuvens, um filme sobre o que significa ter uma "filosofia de vida".

Quando temos grandes interpretações e um bom argumento, o resultado é, quase sempre, este: um excelente filme. É o que acontece com Nas Nuvens, um filme sobre o que significa ter uma "filosofia de vida".

Este ainda não vi, mas já está na calha. Caí na esparrela de ir ver “Parceiros no crime” (ou um nome parecido), por causa do Morgan Freeman. Uma desgraça pegada. E não consigo perceber o que é que um actor como ele faz num filme daqueles… é que nem para entreter dá.
Já me tinham dito isso, Ana (sobre o “Parceiros no crime”). Felizmente, foi a tempo e acabei por não ir ver:)
É pior do que mau: tem cenas que são autênticos plágios de outros filmes, não tem um pingo de suspense, está mal representado (até o Freeman, juro) e acaba como um romencezeco barato e pateta. Um horror.
Sorte a tua, Ana, apesar de tudo. Eu fui ver uma coisa intragável, abaixo de cão, realizada pela actriz Fanny Ardant na Roménia e que dá pelo nome de “Cinzas e Sangue”. Uma coisa que entusiasmou um crítico do ‘Expresso’, que lhe deu três estrelas com o carimbo de “palpitante”. Por mim, só falo do assunto para que não haja mais incautos como eu. É um filme a evitar, escreva o “Expresso” o que escrever.
Esse também estava na minha lista, Pedro (sou fã da Fanny Ardant, como do Freeman). Ainda bem que me dizes isso!
Confia em mim, Ana…
Cheirou-me a barrete. Ainda bem que não vi. O Morgan Freeman é um excelente actor, mas nem sempre é muito criterioso a escolher os filmes em que entra.
Pois é, sim senhora.
Sinceramente, não saí de lá encantado, Ana. No entanto, é daqueles filmes que, pode ter várias leituras, pelo que merecia bem a pena uma tertúlia para o discutir.
A tertúlia era uma boa ideia, Carlos:) Devo dizer que quando saí da sala ainda não estava encantada, mas depois, à medida que fui pensando nas várias ‘leituras’, fiquei totalmente convencida.
Excelente filme, Ana. Fui vê-lo hoje e gostei muito. Um dos raros filmes que nos dá uma imagem fidedigna do mundo laboral dos nossos tempos.
A ideia de um “especialista em despedimentos” dá muito que pensar, Pedro…
E a ideia do “especialista em despedimentos” ser despedido, pelo menos a nível sentimental, também.
Eles existem, Ana. Não tão personalizados, talvez, mas na forma de empresas.