“Todas as notícias são redigidas segundo o português escrito em Portugal e não adoptam o novo Acordo Ortográfico.” – aviso para os leitores do Público Brasil
Boas notícias
Sérgio de Almeida Correia,
“Todas as notícias são redigidas segundo o português escrito em Portugal e não adoptam o novo Acordo Ortográfico.” – aviso para os leitores do Público Brasil
Muito bem.
Um curioso – e muito bem-vindo! – caso de resistência ao miserável acordes. É precisamente por isso, e com o “i”, o único jornal que, independentemente de concordâncias ou discordâncias de conteúdo, fielmente compro em papel e consulto na internet.
Que resista (que resistam), ainda que não seja certamente por se tratar de um sucesso comercial que vai resistindo. O que torna a coisa ainda mais louvável. E mais temível a possibilidade do seu fim.
Costa
Curioso? Não! O Público é da Sonae, o Eng. Belmiro de Azevedo não é da maçonaria e não precisa do favor dos bancos.
Não há, assim, qualquer motivo para estropiar o português à vontade dos brasileiros e dos seus apaniguados.
Será então isso (faz sentido e não surge como surpresa; e gabe-se a tenacidade, porque há-de ser coisa decerto desfavorável nas relações com o estado) e estará muito bem.
Costa
Ditto
Péssimas notícias!
Péssimas notícias? Só se for para os imbecis e ignorantes que defendem e aplicam de livre vontade o Aborto Ortográfico.
No outro dia uma _____ de uma pivot da SIC sublinhava com aquela evidência moral com que os jornalistas gostam de sublinhar as ideais de esquerda — sublinhava que uma petição que exigia a demissão imediata do PM já contava com 3500 assinaturas e que PORTANTO já estava reunido o número mínimo que obriga a petição seja aceite e discutida no poço fétido do Parlamento. Pena que os jornalistas não tenham tido o mesmo cuidado com a petição que tem quase 500 mil assinaturas e a quem ninguém ligou peva a não ser os que como eu se indignam pela ranhosa manipulação a que a questão do AO foi sujeita. Acabem mas é com essa merda — e com a merda da lusofonia — esse cancro infinito que não nos larga.