O seu autor, o Ega, escreve num registo entre o irónico e o blasé. Um pouco diletante, às vezes pára por uns tempos largos. Depois volta e fala-nos dos livros que leu, de uma osga que não matou, de alguns telefonemas, do literário encanto das estações de comboios. E é contra o acordo ortográfico, o que é sempre muito bom de ler.
O blogue da semana é: O Inútil.

Giro. Só acho inadmissível expulsar uma osga, e não consigo ir lá explicar-lhe que um “homem de capital de departamento”, mal acomparado, é o equivalente a um “golden boy de Famalicão”, como eu ouvi uma vez descrever alguém.