Blogue da semana


Pedro Correia,

Está prestes a festejar 15 anos de vida. Vai renovando o elenco, como se impõe. Mas a matriz genética do Blasfémias mantém-se: continua cheio de vitalidade, sem recusar uma boa polémica. Elejo-o como o nosso blogue da semana.

0 comentários em “Blogue da semana”

  1. 11 anos?!… Aquilo já existe há uns quinze anos, desde os tempos (2003 ou 2004) em que a malta passava por lá atirando achas para o estaminé do João Miranda. Ele respondia sempre. Até o Arroja fez parte da equipa (e foi uma escandaleira nas hostes internas!) há mais de onze anos. Foi uma época divertida.

    1. Vão fazer quinze anos: começaram em Fevereiro de 2004. Mas o arquivo deles, actual, tem início apenas em Janeiro de 2008. Mesmo assim é imenso tempo. Muito acima da longevidade média dos blogues.

      1. Caro Pedro, a propósito da longevidade dos blogue e das respectivas efemérides, aproveito para dizer que o Eternas Saudades do Futuro completou 12 anos no pretérito dia 21 de Janeiro. Abraço!

        1. Muitos parabéns, caro João. Um caso (cada vez mais raro) de longevidade. Isto não é para corredores de velocidade, mas para corredores de longo curso.
          Um destes dias farei aqui o levantamento possível dos blogues que já ultrapassaram a década de vida – dando o devido destaque ao seu.
          Um abraço.

  2. Estive a ler alguns artigos do Blasfémias e manda a minha saúde mental que diga: em grande parte, não concordo com as afirmações expostas. Podem ser corajosos e escrever bem, não é o que me basta. Mas pronto, é o blasfémias.

    1. O Blasfémias de hoje nada tem a ver com o de há uma dezena de anos, em que tinha bloggers com boa craveira intelectual e argumentos a expôr (João Miranda, Gabriel Silva, CL, LR, Rui A). Atualmente o nível intelectual e argumentativo que por lá se vê é muito pobre – é um blogue de protesto, infelizmente muitas vezes irrazoável.
      Eu leio-o diariamente, mas por desfastio.

  3. continua cheio de vitalidade, sem recusar uma boa polémica

    Isso é falso. A vitalidade deles resume-se atualmente a acompanhar os assuntos do dia-a-dia, sem colocarem de motu proprio qualquer questão nova. E não entram em qualquer polémica, em geral cortam cerce (ou nem encetam) qualquer discussão.

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