Desta vez escolho o blogue da Raquel Varela. Talvez por este texto. Ou por este.
Ou por ela continuar a escrever sem mutilar consoantes.
Ou porque sim.
É o dela, o nosso blogue da semana.
Desta vez escolho o blogue da Raquel Varela. Talvez por este texto. Ou por este.
Ou por ela continuar a escrever sem mutilar consoantes.
Ou porque sim.
É o dela, o nosso blogue da semana.
Um dia, quem sabe, um convertido!
Contingências de um blogue que sempre foi plural e sem tabus. O nosso.
Assino por baixo
(dê um abraço meu ao Vlad, se o encontrar por aí)
Topa-se logo
Está em lista de espera. Aguarda uma Isca!
Convenhamos que é uma tipa com pinta.
Continuo a simpatizar muito com ela.
Presumo que queiram dizer com sex appeal? Lá estão vossas excelências com os pruridos do politicamente correcto…não há pachorra
Tem umas mãos de industrial…se fosse de Direita, diziam ser-se mãos de pianista.
Mãos de tovarich?
Digamos que o Pedro me desiludiu … não reconheço qualquer valor a essa senhora
Desconfio que quem o desiludiu já perdeu as ilusões sobre os iludidos deste mundo desde que elididos na ausência de assinatura… mas é só uma sugestão.
Admito que, contra o que eu esperava por ter visto esta senhora dizer na TV o que considero barbaridades, os textos citados, principalmente o primeiro, merecem a minha concordância. Excepto num grande pormenor: atribuir ao “bloco central” a culpa de tudo. Claro que Raquel Varela não podia deixar de culpar o PSD.
Também não percebo porquê a insistência! Ninguém foi a lado nenhum com viagens pagas, ninguém foi convidado para trabalhar em financeiras, ninguém forjou currículos, ninguém recebeu contrapartidas, ninguém se pronunciou pelo Totta (ih, o que me fui lembrar!), ninguém esteve envolvido com o BES, com o BPN, com a Tecnoforma, com a Parque Expo, com a Servilusa, com o sei lá que mais…
Mas, acima de tudo, o Bloco Central é culpado por ter parido as leis, criado os mecanismos e gerido os processos que permitiram tais descalabros.
A partidocracia é um cancro e, tal como entre os doentes oncológicos, aceitar a doença é um processo muito pessoal e sem calendário determinado; mas afirmar que não há queda de cabelo quando a careca está à vista é negação profunda.
A Sevilusa?!!?
A Servilusa não era monárquica?
Assim de repente todos eles parecem, verdadeiros reizinhos distribuindo sinecuras e prebendas não vá o diabo tecê-las…
Retirar vantagens pessoais e levar coisas para casa é uma velha tradição dos funcionários públicos.
Trabalhando com diversas empresas do privado tanto como interajo com o público, posso dizer-lhe que parece mais ser prerrogativa lusa.
Desde o papel higiénico ou do betadine até às comissões por favorecimento. Só não aparece nos jornais.
Mas no privado é à custa do trabalho da empresa e não de nós. É um problema de falta de ética pessoal e não de ética colectiva (no fundo, a diferença entre a cultura calvinista e a tradição barriguda de Roma)
“Mas no privado é à custa do trabalho da empresa e não de nós. “
E aquela coisa da banca?
Qual banca , a privatizada ao preço da uva mijona e novamente renacionalizada mas sem direito a efectivo controlo, ou as empresas “privadas! que vivem em oligópolio e que quando forem á falência os serviços desaparecem ou ainda mais surrealista, as empresas privadas monopolistas que estão quase falidas apesar de não terem concorrência.
” Em política acontece que as mesmas palavras traduzam realidades diferentes e que coisas semelhantes possuam nomes contrários. “
O que é uma empresa privada ?
WW
É um problema de falta de ética pessoal que ataca muitas pessoas indistintamente no público ou no privado.
V. em algumas escolas são os professores que levam o papel higiénico das suas casas de banho, que a escola está sem orçamento para os que cagam demais.
Antes de mandar construir escolas para agradar às clientelas eleitorais deviam ver se os custos de funcionamento não ultrapassam a cabimentação anual que lhes é atribuída. Havia uma escola em Coimbra em que não podiam acender os LED do auditório e ter o edifício a funcionar normalmente. Ainda por cima puseram LEDs e não se vê um corno mesmo com as luzes acesas. Mas deve ser de propósito: no meio da penumbra o gajo da FENPROF ainda se confunde com alguém que realmente trabalha.
Com candeeiros do Siza, que só alumiam o tecto..ou escolas sem orçamento para o aquecimento central. Vai tudo corrido a mantas e radiadores a óleo. …aí para o Centro também houve bronca com os colégios da GPS
Ex-secretário de Estado do PSD acusado de corrupção no caso dos colégios GPS
http://expresso.sapo.pt/sociedade/2018-0 3-24-Ex-secretario-de-Estado-do-PSD-acus ado-de-corrupcao-no-caso-dos-colegios-GP S#gs.f8OjJjE
ninguém esteve envolvido com o BES, com o BPN, com a Tecnoforma, com a Parque Expo, com a Servilusa
O meu pai encontra-se neste momento, aliás já há vários anos, envolvido com a Servilusa.
Provavelmente todos viremos a estar, da maneira como esta está a conseguir terreno – figurada mas também literalmente.
Cabe-lhe a si perceber o tipo de envolvimento: há o conjugal, o amasiado, o poliamoroso, o das voltinhas e o dos esqueletos na cave.
Envolvido em que sentido? Numa mortalha?
O Pedro Correia a recomendar a Raquel Varela?! Fico muito surpreendido…