A minha escolha desta semana vai para um blogue que considero muito inspirador: Becoming Minimalist. Mais que uma tendência, considero o estilo minimalista uma escolha para simplificar a complexidade com que somos confrontados diariamente nas nossas vidas demasiado preenchidas. Menos pode ser mais, se nos focarmos no que é essencial e no que traz verdadeiro valor acrescentado, no que nos completa e permite saborear o momento presente, sem estarmos presos ao caos com que enchemos os espaços que nos rodeiam e, principalmente, a nossa mente.
Blogue da semana
realmagic,

Ai ai, isso é mau para o crescimento do GDP…
Talvez não seja assim tão mau, se pensarmos que ter menos não significa reduzir a qualidade ou usufruir de bens e serviços menos dispendiosos. A maioria das pessoas que acumula, compra impulsivamente porque é mais barato, muitas vezes artigos com margens baixas e mão de obra barata. Pelo contrário, quem tem menos pode investir em bens de luxo, com margens elevadas que dinamizam mais o mercado.
Em que consiste exatamente aquilo que a Joana designa por “estilo minimalista”?
(Eu até hoje só ouvi falar de um estilo musical minimalista.)
Só ter ouvido falar de um estilo musical minimalista é por si só muito minimalista… 😉 O estilo minimalista aplica-se a muitas áreas, à arquitectura, à moda, à decoração de espaços, à alimentação, e há quem o siga mesmo como um estilo de vida. Podemos chamar-lhe uma moda, embora esta desapareça com o tempo, pelo que prefiro chamar-lhe uma tendência, em que o cultivo do que é simples traz mais felicidade, porque nos permite tempo e espaço para saborear o momento.
O estilo minimalista é deitar tudo fora. Abat-jours inclusivamente: fica só a lâmpada e o fio adpindurado do tecto a indicar a estilização da existência.
I’m in, ’tou fartinho de tralha poeirenta.
É isso mesmo!!! 🙂