Adorava o que fazia, tinha sempre um sorriso e gostava de cantar. Tinha o sol na cara. Trabalhei com ele, com o David Clifford, que, como toda a gente, morreu cedo, no seu caso ainda mais cedo pela pouca idade que levava e o mundo que ainda queria – e que tanto o queria. Eu, e tantos! Fica aqui parte do seu trabalho, um trabalho sempre atrás da luz, que numa vida bem vivida é a direcção certa.
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modosdever,

Belas fotos!