«Não quero falar de mais nada a não ser de cinema, porquê falar de outra coisa? Com o cinema falamos de tudo, chegamos a tudo.»
Jean-Luc Godard explicava-se e Daniel Curval aninhou-se, não vá alguém esquecer a fórmula simples da arte complexa.
«Não quero falar de mais nada a não ser de cinema, porquê falar de outra coisa? Com o cinema falamos de tudo, chegamos a tudo.»
Jean-Luc Godard explicava-se e Daniel Curval aninhou-se, não vá alguém esquecer a fórmula simples da arte complexa.
Ó @gridoce, ó @gridoce, até se me entope o canal das couves. Fico sem palavras perante este (re)nascimento. Vamos lá celebrar o presépio, doce Lima:
http://www.youtube.com/watch?v=_bwa1abna K8
Ai, soubesse V. Exa. a viagem que foi… às apalpadelas, meu caro. Desde a ‘passaword’ ao domínio da técnica, menino, cuidei estar possuída pelo alzheimer.
Mas vai que o tempo nem tudo muda e ei-lo, no seu jeitinho amoroso e de gosto sublime, a dar-me música. Vento?! Vento?! Amaine-se, Anónimo, pelas almas!
o vento empurrava desde ontem e tudo estonteava na batida. andou beijando o céu por entre as casas e foi aquele azul quase uma vida. refeito olhava a rua, incrédulo foi voando de rajada. à medida que insistia na corrida, que a distância o apartava, sentia-se o vento agrilhoado. a chuva ainda o chamou de onde andava. estranhou a recusa à tempestade e o rol de frases descabidas: “pode lá perder-se o vento.”. o vento que desde ontem empurrava e tudo estonteava na batida, mentia. fintava a noite, quando viu o azul e a rua em alvorada. beijando o céu por entre as casas, amainou no beco a ventania.
J@ vi que a doce andou pelas tecnologias. A justificação está dada e o perdão também.
Como vento sublime subindo as encostas do tempo, não permito dar-me tempo a amainar num qualquer beco. E se assim parece, é o eco.
Obrigada 🙂 Para mim é sempre a brisa que traz o aroma das árvores dessa encosta onde teima armar-se em Vento. Beijos, muitos, e saudades.