Não negue à partida uma música que desconhece ou pior, que tem dela uma noção auditiva influenciada pelos serôdios mas persistentes clichés do vanguardismo. Por via dos maravilhosos avanços tecnológicos o passado no jazz deixou de existir. Hoje é tão acessível o solo de Louis Armstrong em “Potato Head Blues” de 1925, como a última façanha de Christian McBride, com ou sem orquestra. E ambos, garanto, são deleitosos.
Marc Myers tem um blog onde fala de jazz com entusiasmo, sinceridade, sabedoria, encanto e sedução. Se for lá pode ser que fique convencido.

Obrigada pelo blog da semana, e os vídeos sobre Jane Goodall. Ainda não tinha visto o primeiro.
Belíssimo blog, obrigado.
Obrigada pela excelente escolha.
que bela escolha!