Berlindes, mortos e diplomas


Sérgio de Almeida Correia,

Confirma-se, pelo que se vê e ouve nesta curta entrevista, que o grau de exigência, rigor e responsabilidade do cavalheiro em matéria de “praxes” é idêntico à “liberdade” com que a universidade que dirige passou alguns diplomas. Ele só lá está mesmo por acaso. Foi um “acidente”.

5 comentários em “Berlindes, mortos e diplomas”

  1. O que é que tem que ver o indíviduo com o que se passou no Meco?
    Se ainda se tivesse passado dentro do recinto da Lusófona e alguém estivesse obrigado ainda haveria alguma legitimidade – pouca- para este tipo de opinião.

    Ora quem foi para o Meco não foi obrigado tanto quanto se sabe. Então a responsabilidade é de quem lá estava. Eram adultos, pessoas livres.

    O linchamento mediático de tudo o que se relaciona com as praxes é típico do neo socialismo, neo romantismo tuga. Sempre entre o 8 e o 80.
    Em 24 de Abril de 1974 eram todos pelo Estado Novo, em 25 já eram todos pela Revolução.

    Esta neo infantilização de adultos das universidades também tem muito que se lhe diga.

  2. Brincadeira de berlindes ?? E se lhe apertassem os ” berlindes”, ao mesmo tempo que lhe pediam para dizer, em dez segundos, 32 marcas de alfinetes samoiedos ?? Isso é que era assunto !!

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