Há cerca de uma hora eu ia colocar um post comprido no blogue mas até mudei de ideias para não empurrar a Maggie mais para baixo… Tem andado desaparecida e é pena. Li que o Tarantino cortou as cenas em que ela entrava em ‘Inglorious Basterds’ para não chatear a Isabelle Huppert, que fazia parte do júri do Festival de Cannes e se candidatara ao papel (ah, os inabaláveis critérios artísticos dos grandes criadores), e, apesar de gostar imenso do filme tal como está, nunca lho perdoarei.
Não sabia disso: aí está um motivo para eu também não lhe perdoar. Nem à neurótica da Huppert, com quem sempre embirrei. Quando vivi no Oriente, a Maggie Cheung era uma referência máxima – juntamente com a Joan Chen e a Gong Li. A ‘troika’, como lhe chamariam alguns idiotas por cá.
Há cerca de uma hora eu ia colocar um post comprido no blogue mas até mudei de ideias para não empurrar a Maggie mais para baixo… Tem andado desaparecida e é pena. Li que o Tarantino cortou as cenas em que ela entrava em ‘Inglorious Basterds’ para não chatear a Isabelle Huppert, que fazia parte do júri do Festival de Cannes e se candidatara ao papel (ah, os inabaláveis critérios artísticos dos grandes criadores), e, apesar de gostar imenso do filme tal como está, nunca lho perdoarei.
Não sabia disso: aí está um motivo para eu também não lhe perdoar. Nem à neurótica da Huppert, com quem sempre embirrei. Quando vivi no Oriente, a Maggie Cheung era uma referência máxima – juntamente com a Joan Chen e a Gong Li. A ‘troika’, como lhe chamariam alguns idiotas por cá.