Belles toujours


Pedro Correia,

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Catalina Sandino Moreno

14 comentários em “Belles toujours”

      1. Agricultor porquê? Eu não disse que ela era rústica, pode ser um bocadinho tosca mas não tem cara de naba.

    1. Curiosa, a relação entre o “r” e o “l”.
      Os chineses tranformam o “r” em “l”.
      Algumas crianças manifestam idêntica dificuldade em pronunciar ambos estes sons.

      1. Já os nossos antepassados tinha essa dificuldade, eliminando o «l» intervocálico.
        Mas se dizem que a morena é má eu decreto que a morena é boa, como diria D. João VI trincando uma perna de galinha.

        1. Já os nossos antepassados tinha essa dificuldade, eliminando o «l» intervocálico.

          Os polacos fizeram uma coisa parecida, tranformaram a maior parte dos “l” em “u”. Escrevem o “l” com um tracinho em cima e lêem-no “u”. Por exemplo, o nome “Nicolau”, em vez de dizerem “nicolai”, que é como se escreve, dizem “nico-uai”, pondo um tracinho em cima do “l” na ortografia.

          1. Com os alentejanos é diferente.
            Tiraram o ” i ” do lête e meteram no caféi.

          2. ‘Tá bem, isso foi na Polónia eslava.
            Aqui foi na Ibéria celta misturada com latim e atravessando o Mondego lá desapareceram os “l “e os “n” intervocálicos e nasceu o Português

  1. É uma colombiana com salero clássico. Não vai nada mal. Estou preocupado com os nossos irmãos espanhóis, por viverem em grande deficit. Vejam bem que a polícia madrilena só conseguiu encontrar em Madrid 8 camelos com lama.
    Nós até temos possibilidade de aumentar o PIB com a exportação desta mercadoria: camelos com lama.

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