Belles toujours


Pedro Correia,

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Marta Temido

47 comentários em “Belles toujours”

  1. Sim, se a máscara tapasse também os olhos.
    Além disso não será “toujours”, só aos fins de semana.

    1. Há um irresistível lado sensual nas máscaras que ainda não consegui explicar bem. Aguardo que pensadores como Eduardo Lourenço ou José Gil consigam teorizar sobre o assunto um dia destes.

  2. Acho que este post vai criar tanta polémica, como o post da Cristina Torrão… mas por motivos diferentes.
    Até em casa cria polémica. A minha lindíssima mulher acha a senhora ministra uma sem graça, insossa, sem interesse nenhum.
    Ora eu já acho o contrário. Acho-lhe imensa graça.
    Gosto particularmente quando a senhora ministra lança aquele olhar, que parece desafiante, mas ao mesmo tempo parece altivo e depois parece meigo… tudo numa fração de segundos.
    A minha filha diz que a mulher está cheia de imperfeições, para poder ser chamada de bonita.
    Pois eu acho que são as suas imperfeições que lhe dão a beleza.
    Gosto particularmente do olhar. Não pela cor dos olhos, mas pela forma como ela olha, como encara, como fita.
    E achei extremamente sexy as suas expressões faciais durante a entrevista com o Rodrigo Guedes de Carvalho.
    Se eu estivesse no lugar dele, no final da entrevista, só me iria apetecer dar-lhe um beijo na boca….

  3. Correndo o risco de ser apodado de plagiador, acho que a máscara lhe dá um ar irresistivelmente sexy.
    Vá; que o generoso lenço encarnado às pintinhas brancas, reforça exponencialmente a irresistibilidade mostrada no primeiro relance, para uma irresistibilidade, – para corações mais vulneráveis, – perigosamente letal.

      1. Você?… Você!!!
        Até voltei atrás para ver se não me tinha enganado e não era o Luís Lavoura a rubricar a resposta, mas não! era mesmo o Pedro Correia.
        Você?! Nem com a boçalidade ignorante que fervilha no blogue, segundo a douta opinião do jpt, me senti tão humilhado como com o você do Pedro Correia.
        Bem: devem ser sintomas colaterais, não pensados mas induzidos, pelo distanciamento Social.
        Por esta vez passa.

  4. A única questão que se põe é se ela se está a vestir ou despir.
    A máscara, pois claro.
    Agora percebo aquele fascínio pelos véus. Aguardo a nova edição do kamasutra, versão covid.

    1. O Kama Sutra está de momento interditado, ao abrigo ao “estado de calamidade” decretado pelo Governo. Por atentar contra os princípios de “distanciamento social”.

    1. Só assino a petição pública; – que se não há aconselho com carácter de urgência a criar-se – da obrigatoriedade do uso da máscara para a Joana Amaral Dias, que depois o Pedro Correia vem aqui estampá-la no seu máximo esplendor.

  5. Creio que este, Pedro, é um daqueles assuntos em relação aos quais estaremos sempre em barricadas opostas. Nem o meu lado feminino – que é lésbica – consegue encontrar qualquer gracinha na ministra Temido.

    1. João Sousa a 29.05.2020 às 11:49

      Por acaso o meu lado feminino, que por privilégio nunca por de mais agradecido também se vira esganado como um rio caudaloso derramando mel para esses inefáveis e luxuriosos prazeres da grandiosa Poetisa, acha-a deveras interessante

  6. Minha rica Martinha,

    Como eu gostava que ela me desse umas valentes palmadas no lombo
    e umas beijocas na praia de Carcavelos.

      1. Deixe-me adivinhar:

        Uma fotografia da senhora numa acção de pré-campanha a tirar a casota, perdão, a máscara, carago, rais parta a dislexia, a tirar o biquini na praia dos ingleses à moda do psitacídeo-mor.

        Se a toalha cair e a senhora se vergar, os ornitólogos que binoculam as aves no Cabedelo poderão ser tentados na revelação de uma nova espécie.

        Smoreira

  7. Diria o Júlio César, o tal da Cleópatra: Que pena, não se vê o nariz, que por sinal é bem bonito…..

  8. Amem-na, com ou sem máscara, ao som da internacional e desafiem-na para uma t-shirt molhada com a estampa do camarada Che.

    Smoreira

    1. Ai ai, a t-shirt molhada: que por acaso era um finíssimo vestido branco que duas alças segurava aos ombros, caindo sobre duas inimagináveis exuberâncias sem o incómodo do inoportuno soutien, molhado por duas, depois seriam três, garrafas de Moet & Chandon.

      Ai ai. África profunda.

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