Belles toujours


Pedro Correia,

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Maya Gabeira

12 comentários em “Belles toujours”

  1. A fazer propaganda à Red Bull.
    Muito agradável, sim senhor.
    Que farol é aquele ao fundo?
    (Quando é que o Pedro Correia faz aqui uma série sobre faróis?)

  2. Esta rubrica é interessante, relembra mulheres bonitas dignas de destaque não apenas pela beleza mas pela arte ou competência.

    Na falta de uma série Beaux toujours, temos a Estátuas dos Reis de Portugal

    Não conheço a mulher hoje destacada, mas diz a Bea ser surfista nacional. Bonita naturalizada ou bonita natural com “nom de guerre” para enfrentar o mar?

      1. Obrigada.

        Sobre estas “nacionalidades” informalmente nomeadas, apenas aprecio o “tuga” – porque dito por nós, portugueses.
        Um nacional tem o direito de renomear a sua nacionalidade, mas respeitar os outros passa também por não o fazer a nacionalidades terceiras 🙂

        1. “tuga” não foi dito por “nós”, era a palavra que os guerrilheiros em África usavam para nos designar.
          Como você pelos vistos é tão marxo-puritana deve considerar essa palavra ofensiva…afinal foi empregue contra nacionalidades “terceiras”.

          1. A génese terá sido essa, usada por nacionais que recusavam a nacionalidade; mas a partir do momento que a usamos por opção passa a ter o significado que lhe damos. Em que o choca tal postura, a si que chama nomes esquisitos a segundos e terceiros?Harpo e Groucho e Gummo e Zeppo? Chico ainda vá…

          2. Obrigada, Anonimus 🙂

            Sabia da derivação do “portuga”, mas não da oposição ao “turra” – e, além de bem condensada, nós é que começámos …

            Como disse ao luck, adoptámos o termo, é nosso por usucapião

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