Belles toujours


Pedro Correia,

 

Luciana Salazar

27 comentários em “Belles toujours”

    1. Acho que sim, Luís. ‘Mea culpa’: fico sempre assim quando regressam os dias longos e quentes. Mas para me redimir já deixei ali em cima uma criticazinha literária.

    2. Discordo, Luís, pode ver na imagem problemas sérios de regime.

      Nem só os regimes são causa das curvas do défice democrático.
      A imagem de Salazar lembra a utopia da igualdade com as mulheres e a injustiça na distribuição de riqueza entre os homens.
      Não será depondo a sua imagem que o esquecemos.
      Podem eliminar gorduras, mudar de regime, mas há no seio desvios que nem sempre se resolvem com alternativas implantadas.

      1. Obrigado pela hermenêutica, caro da Maia. Como você me entendeu: foi precisamente com esse fito, para demonstrar que “há no seio desvios que nem sempre se resolvem com alternativas implantadas”, que coloquei aqui esta imagem. Objectivo concretizado, pois daqui nasceu o debate político que se impunha.

        1. Sem dúvida, Pedro.
          Impunha-se que apresentada uma tal Constituição lembrássemos os direitos do Homem. É ou não embuste falar na implantação da República? Dada a época e as imagens, parece que sim.

  1. Acho vergonhosa esta mensagem subliminar, ainda para mais na comemoração do 25A.

    Tenho feito um esforço assinalável, passe a imodéstia, para contribuir para o desenvolvimento e resolução dos problemas do País. Vejam-se as propostas por mim apresentadas…

    Não bastava o discurso do Presidente da República ontem… agora chego aqui e vejo uma qualquer descendente do Ditador?

    Haja decência. Comigo tudo se resolverá, desde que não tenham muita pressa.

    Quanto ao problema que criaram, leia-se a descendente, e uma vez que quem o criou não o pode resolver, farei um esforço adicional para chamar a mim a resolução do mesmo. Um sacrifício pelo País, portanto.

    Cumprimentos,
    Tó Zero

      1. (Peço desculpa por me intrometer em conversa alheia, mas não resisto.) Cara Helena, temo que o Gasparito vá achar a piquena pouco pequena, e sabemos bem que o homem não é dado a excessos.

  2. Que ostentação, Pedro! Que abundância! Em tempo de crise surge o apelo ao facho. Ao preço que está a energia nada como recorrer às alternativas.

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