Todo o charme bahiano em figura de homem e senhor de uma voz a que nenhum coração resiste, e isso não é detalhe. Ao contrário do que ele diz, tem vindo sempre a melhorar com a idade. Talvez eu não o colocasse em 2º lugar mas, sem dúvida, que a sua presença nesta galeria é inquestionável.
Sim, Caetano é a prova viva de que idade é qualidade! Belo por fora e por dentro, este. Para mim, na verdade, até seria o primeiro: amo-o há 32 anos, e é um amor correspondido. Só não o pus em primeiro para não parecer demasiado parcial 🙂
Um absoluto mistério para mim que um fulano que, de forma preconceituosa e ignorante, sempre disse mal de Portugal seja tão admirado por cá. Acho que a bajulação que lhe prestam quando vem cá com as suas musiquinhas lhe reforçam o sentimento de repulsa e superioridade distorcida que ele nutre há muitos anos. E atenção: antes de atacarem o mensageiro, perguntem-lhe.
Éabsolutamente falso que Caetano Veloso diga mal de Portugal, pelo contrário: tem um amor imenso pelo país e pela cultura portuguesa, que aliás muito tem contribuído para divulgar no Brasil, convidando cantores portugueses para os seus espectáculos e apresentando livros de escritores portugueses. Já chegou a vir a Lisboa só para fazer uma palestra sobre Fernando Pessoa – e a título completamente gratuito, posso garantir, porque fui eu quem o convidou. Em Setembro passado esteve no Festival Internacional de Cultura, em Cascais, falando das identidade portuguesa e brasileira. Pode ouvir aqui:http://www.rtp.pt/play/p1299/e249997/a-ronda-da-noite A mentira está agora na moda, desde que um mentiroso descarado chegou a Presidente dos Estados Unidos, bem sei. Mas é uma moda que, comigo, não pega.
Não é mentira. Há é muita memória curta quando dá jeito. Tanto quanto sei chegou a dizer, inclusivamente, que teria sido melhor se o Brasil tivesse sido colonizado pelos Ingleses ou algo parecido. Como se sabe, os Ingleses são uns tipos que adoram confraternizar e misturar-se com os índios e importam para a terra deles todas as crioulices que encontram. Pérolas destas não se inventam, nem se esquecem.
Um amigo meu, no Brasil, ouviu a mesma conversa: de que os Portugueses foram para lá roubar e matar índios. O tipo que lhe disse isto era de origem alemã ou italiana ou outra gaita qualquer: estes, claro está, foram para o Brasil só para andar de chinelas, nunca fizeram mal nenhum a ninguém. Se calhar as barracas também são culpa nossa, vá-se lá saber.
Caetano Veloso nunca fez essa afirmação que várias vezes lhe quiseram imputar; sempre que aparecem esses mexericos, desmente-os. Que o diz-que-disse valha como verdade e procure ocultar o que é a vida e o trabalho das pessoas, é sinal dos tempos. Como, felizmente, tenho muito que fazer e odeio mentiras, mexericos ou intrigas, não voltarei a este não-assunto – nem publicarei mais nenhum comentário sobre ele. Pode ler, por exemplo, a conferência de Caetano sobre a influência da Mensagem de Pessoa na génese do movimento tropicalista que acabei de publicar neste mesmo blogue. Assunto encerrado.
Todo o charme bahiano em figura de homem e senhor de uma voz a que nenhum coração resiste, e isso não é detalhe. Ao contrário do que ele diz, tem vindo sempre a melhorar com a idade. Talvez eu não o colocasse em 2º lugar mas, sem dúvida, que a sua presença nesta galeria é inquestionável.
Sim, Caetano é a prova viva de que idade é qualidade! Belo por fora e por dentro, este.
Para mim, na verdade, até seria o primeiro: amo-o há 32 anos, e é um amor correspondido. Só não o pus em primeiro para não parecer demasiado parcial 🙂
Um absoluto mistério para mim que um fulano que, de forma preconceituosa e ignorante, sempre disse mal de Portugal seja tão admirado por cá. Acho que a bajulação que lhe prestam quando vem cá com as suas musiquinhas lhe reforçam o sentimento de repulsa e superioridade distorcida que ele nutre há muitos anos. E atenção: antes de atacarem o mensageiro, perguntem-lhe.
Éabsolutamente falso que Caetano Veloso diga mal de Portugal, pelo contrário: tem um amor imenso pelo país e pela cultura portuguesa, que aliás muito tem contribuído para divulgar no Brasil, convidando cantores portugueses para os seus espectáculos e apresentando livros de escritores portugueses. Já chegou a vir a Lisboa só para fazer uma palestra sobre Fernando Pessoa – e a título completamente gratuito, posso garantir, porque fui eu quem o convidou. Em Setembro passado esteve no Festival Internacional de Cultura, em Cascais, falando das identidade portuguesa e brasileira. Pode ouvir aqui:http://www.rtp.pt/play/p1299/e2499 97/a-ronda-da-noite
A mentira está agora na moda, desde que um mentiroso descarado chegou a Presidente dos Estados Unidos, bem sei. Mas é uma moda que, comigo, não pega.
Não é mentira. Há é muita memória curta quando dá jeito. Tanto quanto sei chegou a dizer, inclusivamente, que teria sido melhor se o Brasil tivesse sido colonizado pelos Ingleses ou algo parecido. Como se sabe, os Ingleses são uns tipos que adoram confraternizar e misturar-se com os índios e importam para a terra deles todas as crioulices que encontram. Pérolas destas não se inventam, nem se esquecem.
https://www.publico.pt/espaco-publico/jo rnal/desculpem-la-o-cabral-140749
Um amigo meu, no Brasil, ouviu a mesma conversa: de que os Portugueses foram para lá roubar e matar índios. O tipo que lhe disse isto era de origem alemã ou italiana ou outra gaita qualquer: estes, claro está, foram para o Brasil só para andar de chinelas, nunca fizeram mal nenhum a ninguém. Se calhar as barracas também são culpa nossa, vá-se lá saber.
Caetano Veloso nunca fez essa afirmação que várias vezes lhe quiseram imputar; sempre que aparecem esses mexericos, desmente-os. Que o diz-que-disse valha como verdade e procure ocultar o que é a vida e o trabalho das pessoas, é sinal dos tempos. Como, felizmente, tenho muito que fazer e odeio mentiras, mexericos ou intrigas, não voltarei a este não-assunto – nem publicarei mais nenhum comentário sobre ele. Pode ler, por exemplo, a conferência de Caetano sobre a influência da Mensagem de Pessoa na génese do movimento tropicalista que acabei de publicar neste mesmo blogue. Assunto encerrado.
A única moda é esquecer quando dá jeito. Isso é que é moda. Mas parece que não é bi-unívoca..
E somos dois a pensar assim. Nem mais.
O charme indiscutível dum rapaz “do meu tempo”