Bate, bate, coração!


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Françoise Hardy

 

Eu sei que a escolha é suspeita, mas há belezas que vale a pena recordar. 

 

27 comentários em “Bate, bate, coração!”

  1. Tous les garçons et les filles de mon âge
    se promènent dans la rue deux par deux,
    tous les garçons et les filles de mon âge
    savent bien ce que c’est d’être heureux,
    et les yeux dans les yeux, et la main dans la main,
    ils s’en vont amoureux sans peur du lendemain.
    Oui mais moi, je vais seule par les rues, l’âme en peine,
    oui mais moi, je vais seule, car personne ne m’aime.

    Mes jours comme mes nuits sont en tous points pareils,
    sans joies et pleins d’ennuis personne ne murmure
    “je t’aime” à mon oreille.

    Tous les garçons et les filles de mon âge
    font ensemble des projets d’avenir,
    tous les garçons et les filles de mon âge
    savent très bien ce qu’aimer veut dire,
    et les yeux dans les yeux, et la main dans la main,
    ils s’en vont amoureux sans peur du lendemain.
    Oui mais moi, je vais seule par les rues, l’âme en peine,
    oui mais moi, je vais seule, car personne ne m’aime.

    Mes jours comme mes nuits sont en tous points pareils,
    sans joies et pleins d’ennuis oh! quand pour moi
    brillera le soleil?

    Comme les garçons et les filles de mon âge
    connaîtrais-je bientôt ce qu’est l’amour?
    Comme les garçons et les filles de mon âge
    je me demande quand viendra le jour,
    où les yeux dans ses yeux, et la main dans sa main,
    j’aurai le coeur heureux sans peur du lendemain.
    Le jour où je n’aurai plus du tout l’âme en peine,
    le jour où moi aussi j’aurai quelqu’un qui m’aime.

    Desculpe se abusei… Mas eu também gostava da Francoise Hardy. No “duelo” com a Sylvie Vartin preferia-a. E, como qualquer adolescente do tempo, suspirei muito com as suas canções. :))))

    1. Conheci as duas no mesmo ano, no mesmo dia,no mesmo lugar, nas mesmas circunstâncias. Era ainda miúdo, mas logo as minhas preferências foram para Françoise Hardy, de quem era fã antes de a conhecer. Muito diferentes no trato, na sensibilidade,na afabilidade e na forma de dialogar. Perdi o rasto de Sylvie dois anos depois. Com Françoise Hardy tive o prazer de jantar ainda ano passado.

          1. Não fazia ideia de que ela tinha gravado há pouco tempo, Carlos. Vou tentar ouvir o disco. Continuo a gostar muito de música francesa, mas não conheço muitos dos actuais nomes.

          2. O último álbum dela é de 2006 e chama-se “Parenthèses”. Um “must,” que não encontrei em Portugal, mas que comprei ano passado numa FNAC em Toulon.
            Quanto a nomes actuais da música francesa, destaco dois: Barbara e Natasha St Pier. Isto para não falar da franco-canadiana Patricia Kaas, que descobri há uns anos em Montreal, é um sucesso extraordinário em França, mas pouco conhecida em Portugal. A ditadura anglo-saxónica da nossa ádio não dá espaço a músicas de outros lugares. Talvez po isso me tenha tornado dependente de um program do Júlio Isidro ao sábado à noite na Antena 1.

          3. Conheço bem Patricia Kaas, mas não as outras duas (presumo que a Barbara não é a mesma que conheço, do tempo do Georges Moustaki). A música francesa sofreu com a invasão anglo-saxónica, claro, e agora sofre também pelo facto de não ter suficiente exotismo para se incluir no movimento da chamada Música do Mundo. E é pena que tenha passado de moda, porque a língua francesa (como a italiana) presta-se muito para ser cantada, tem muita musicalidade.
            Obrigada pelas dicas, Carlos.

    1. Depois de ter saído de Christiana, quase directo para um convívio de 10 dias com gente dos sixties, vagabundos como eu, que terminava as noites a cantar músicas dessa época, como podia evitar alguma nostalgia, Margarida? Mas é nostalgia da boa, não da saudosista, atenção…

  2. Giríssima Ainda sou do tempo em que se cultivava um livrinho de autógrafos, onde também colávamos fotos de artistas. A Françoise Hardy era o meu “modelo”. Se olharmos para a forma como ela se vestia na altura, tinha uma classe e um bom gosto
    absolutamente intemporal.. Muito boa escolha.

  3. Como a Ana já disse, o ‘look’ dela voltou a estar na moda. Não há nada mais actual: volta a usar-se o cabelo assim, aquela franja. E ainda bem. FH, como o Carlos já sublinhou, ainda hoje é uma mulher muito interessante. E canta melhor que nunca.

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