Sócrates saiu no melhor momento — para Sócrates, evidentemente. Até um menino da Crinabel conseguiria perceber, e eu próprio o escrevi sem excessivo brilhantismo, que o primeiro-ministro devia ser forçado a mastigar umas côdeas antes de roer a corda. Nada feito. O PSD, empunhando bandeirinhas e autocolantes, resistiu, como resiste sempre, a todas as formas rudimentares de abstracção. Suponho que há alguma justiça cósmica nesta ópera bufa: matam-se dois coelhos até ao Natal. É para o lado que durmo melhor.


Fazes-me sombra. Então essa do pensamento abstracto: que sacana.
Lol. Temos de criar uma associação de beneméritos, Filipe. Ainda se arranjavam mais uns como nós. Um abraço.
Ah, e vou corrigir, claro.
eheheheh é o que levamos desta vida, menino…