Avivar a memória (2)Pedro Correia, 03.06.2011 O que escrevi sobre Francisco Louçã: 13 de Agosto de 2009: «[É] um dirigente político que nunca foge da polémica. Concorde-se ou não com o que defende, há um mérito que lhe deve ser reconhecido: nunca se refugia nas meias palavras nem nas meias-tintas. Um atributo cada vez mais raro na cena política portuguesa.» 11 de Fevereiro de 2011: «A segunda – e decisiva – estocada foi dada ontem [a Manuel Alegre] por Francisco Louçã ao anunciar no Parlamento a primeira moção de censura pós-presidenciais ao Governo socialista, deitando por terra toda a estratégia de convergência das esquerdas que Alegre tentara construir nos últimos dois anos como plataforma para a sua candidatura presidencial. Por mero tacticismo político.» 12 de Maio de 2011: «Bloco e PCP convergem hoje no essencial: são do contra. Contra o Governo socialista, contra a alternativa à direita, contra a intervenção do FMI em Portugal, contra o memorando de entendimento com a União Europeia, contra o programa de privatizações, contra o pagamento da dívida pública sem uma renegociação imediata.»
Pedro: Cocordo em absoluto contigo. Aproveito para te desejar um excelente dia de aniversário e haja saúde. Parabéns.Abraço forte. Responder
Pedro:
Cocordo em absoluto contigo.
Aproveito para te desejar um excelente dia de aniversário e haja saúde. Parabéns.
Abraço forte.
Obrigado, Carlos. Um abraço.