Se há coisa que António Costa anda é seguro e tem todos os motivos para isso. Há um trabalho que fala por si em Lisboa, o qual a oposição só timidamente critica. A errada notícia do Público da semana passada é sinal disso mesmo, do desespero da falta de pontos por onde pegar.
Esta intervenção é muito mais que segurança ou insegurança. É uma voz de comando vinda do órgão máximo do Partido Socialista, dizendo que este é momento difícil e, como tal, é um momento de união e solidariedade, valores muito queridos dos militantes. É em tempos difíceis que se medem os homens e os líderes e, nesse campo, parece-me que nos Partido Socialista tudo fica cada vez mais claro. O bem comum deve sempre sobrepor-se à “ansiedade”.
Héllas! Estava simplesmente a ser irónico e a jogar com a palavra “seguro”. Não pretendi ofender ninguém, muito menos António Costa, pessoa que muito admiro e que até é meu vizinho. Só tenho a agradecer-lhe tão efusiva e clarividente explicação política do que se passa nos meandros do PS, um dom que não é para todos… Abraço
Eu percebi, até porque li o post que colocou no seu blog com conteúdo semelhante. Não respondi ofendido, respondi analisando objectivamente a questão sobre a qual António Costa se pronunciou. A análise que fiz é óbvia e transparente. Sempre que um ciclo político se aproxima do fim acontecem fenómenos destes. Um abraço!
Bartolomeu Dias? Vasco da Gama? D. Francisco de Almeida (não foi quem disse que o impossível era o mínimo que el-rei exigia aos seus súbditos?) Em quem estará Costa a pensar, se é que tanto conformismo revela pensamento e não resignação?
Caro André
Se António Costa entende que António José Seguro anda por maus caminhos, penso que deve ser por Costa (il même) não andar muito seguro…
Caro José Eduardo Severino,
Se há coisa que António Costa anda é seguro e tem todos os motivos para isso. Há um trabalho que fala por si em Lisboa, o qual a oposição só timidamente critica. A errada notícia do Público da semana passada é sinal disso mesmo, do desespero da falta de pontos por onde pegar.
Esta intervenção é muito mais que segurança ou insegurança. É uma voz de comando vinda do órgão máximo do Partido Socialista, dizendo que este é momento difícil e, como tal, é um momento de união e solidariedade, valores muito queridos dos militantes. É em tempos difíceis que se medem os homens e os líderes e, nesse campo, parece-me que nos Partido Socialista tudo fica cada vez mais claro. O bem comum deve sempre sobrepor-se à “ansiedade”.
Caro André Couto
Héllas! Estava simplesmente a ser irónico e a jogar com a palavra “seguro”. Não pretendi ofender ninguém, muito menos António Costa, pessoa que muito admiro e que até é meu vizinho. Só tenho a agradecer-lhe tão efusiva e clarividente explicação política do que se passa nos meandros do PS, um dom que não é para todos…
Abraço
Eu percebi, até porque li o post que colocou no seu blog com conteúdo semelhante. Não respondi ofendido, respondi analisando objectivamente a questão sobre a qual António Costa se pronunciou.
A análise que fiz é óbvia e transparente. Sempre que um ciclo político se aproxima do fim acontecem fenómenos destes.
Um abraço!
Bartolomeu Dias? Vasco da Gama? D. Francisco de Almeida (não foi quem disse que o impossível era o mínimo que el-rei exigia aos seus súbditos?)
Em quem estará Costa a pensar, se é que tanto conformismo revela pensamento e não resignação?