Chama-se Nymph e foi apresentado há poucos dias no mar das Caraíbas. Os responsáveis pelo projecto descrevem-no como um avião que voa submerso. Debaixo de água, as asas aproveitam a pressão da água para se mover desembaraçadamente em diferentes profundidades e o seu cockpit transparente permite que os ocupantes tenham uma visão de 360 graus. Trata-se, portanto, de um aparelho com características de avião e de submersível.
A experiência parece que correu bem, lá para as bandas das ilhas Virgens. A confirmar-se, poderá originar uma interessante parceria com Portugal: os investidores no Nymph têm um avião-submarino, nós temos um submarino-voador. Talvez até dois, mas enquanto o vôo durar não conseguimos ter a certeza.


João a isto chama-se dar ideias ao governo. Imagine que eles aproveitam e passamos a ter alta velocidade debaixo de água? Imagine Lisboa-Barcelona debaixo de água a alta velocidade. Lisboa-Porto ou Régua a alta velocidade.
Isso sim, Zé, seria alta tecnologia.
E os espanhóis até podiam vir logo de fato-de-banho, no caso do TGV meter alguma água pelo caminho…
Ora aí está uma ideia que, com um dentinho de alho, é capaz de dar uma bela caldeirada.
Depende dos alhos… se não forem Franceses, a caldeirada até poderá não ser má de todo assim como se não for alho porro (neste caso o S. João como ficaria?)
Ou então sem alho, mas com chalotas.
Olha que pena isto não ter aparecido já há mais tempo e tenho a certeza de que o Paulo Portas teria optado por dois destes em vez daqueles dois submarinos todos cinzentões. Assim equipava-se de uma vez a Marinha e a Força Aérea (ou melhor, a força ‘aquática’) e poupavam-se uns milhões que é o que era preciso. Parece que até já o estou a ver, fardado metade de Capitão Nemo, metade de Sacadura Cabral, naquele assento do meio a comandar as tropas a 360º em redor…
Bem… se já sabes que os submarinos são cinzentões… já chegaram?…