Anda tudo atrás do Anticiclone dos Açores para ver se o tempo melhora. O problema é que vocês chamam por ele, mas o Anticiclone, como é dos Açores, não vos percebe. Tem de ser assim, ó: Aunteiceicluone, Aunteiceicluone leindo, aunda cáe, eita cousinha máe boneita! Aunda cáe, Aunteiceicluone!
Aunteicicluone
Rui Rocha,

Duas correções:
1) Isso que você escreveu é a pronúncia da Madeira.
2) A que você julga ser a pronúncia dos Açores é na verdade a pronúncia da ilha de São Miguel (que tem metade dos habitantes dos Açores). As outras oito ilhas têm pronúncias, todas elas diferentes, todas elas completamente distintas da de São Miguel, e todas elas facilmente compreensíveis para os portugueses do Continente – ao contrário da pronúncia de São Miguel, que no limite chega a ser incompreensível. Pronúncia dos Açores é algo que não existe.
Os seus “à parte” são tão pertinentes como uma crise de acne nadegueira.
Pedro referia-me ao Sr. Luís
Essa foi demais, isso não se faz: o Lavoura vai ficar acabrunhado por muito tempo. Ou talvez não.
Aguardemos.
Essa foi demais, isso não se faz: o Lavoura vai ficar acabrunhado por muito tempo. Ou talvez não.
Aguardemos.
Ficámos a saber que há pronúncia da Madeira mas não há pronúncia dos Açores. Bem ao estilo socialista, o Lavoura muda as regras quando lhe convém.
Exatamente. Não há pronúncia dos Açores. Há nove pronúncias, uma para cada ilha dos Açores.
Enquanto que a Madeira é uma só ilha.
(Não sei se no Porto Santo a pronúncia é diferente da da Madeira. Não me admiraria que fosse.)
Isso é um bocado disparatado — dizer que há 9 pronúncias diferentes. O sotaque pode divergir aqui e ali numa palavra ou outra mas faz tudo parte de um sotaque açoriano. Tal como por exemplo a toada dos bairros populares em Lisboa, o estilo gingão da cintura industrial ou o estilo centro-comercial das Avenidas Novas pertencem todos à pronúncia lisboeta. Essas diferenças que indica provavelmente correspondem mais a grupos sócio-económicos diferentes do que a diferenças de acento na mesma região.
O que eu não percebo é o propósito deste post .
Sentido de humor duvidoso . Parabéns.
Ê senheur, entãue eisse gouza-s’asseim cu’es pessoueas?!
Xenouefebe?! E ém calhánde misougene: côme saube se nãue é ouma antececlouna?!
Lindo — por mim passávamos a escrever assim com pharmócia e tud.
Ê senheur, per meim tante se me deá coum acourde oue seim, asseim coume asseim nãue há mueintas pessoueas que fealém Miqueiellense – e nãue me cónfuenda Miqueiellense coum Açuereâne oue dá-me cábe da Leavouera!!
Pronto, agora tenho que ir retirar o sotaque dos dedos :S
Micailhense, Micailhense… já cheguêi na Mateira, cubano, ’tou quase no Countnente!
(E não gozei, até porque nasci na terra dos “ah, migue, vai um xambezimérrume?” ou, escrito na placa, “chambre, zimmer, room”)
Tia ciclone ….

O tempo está bom. As pessoas é que gostavam que fosse personalizável.
Sempre me exasperou ouvir pivôs dizerem que o “bom tempo” vai continuar, já com o país em seca extrema. Se tivéssemos sempre esse “bom tempo” morríamos de sede.
Não sei se o anti ciclone responde à pronúncia, mas gostei do post. Além disso, ouvi duas garotas no metro conversando sobre o tempo e uma delas acredita que não há verão este ano enquanto a outra, bastante duvidosa, faz figas para luzir o biquini novo. Não me lembro de assistir a tanta preocupação juvenil acerca do clima.