Os exames de matemática do 4º ano do Básico são indispensáveis. Para todos os ministros, incluindo o primeiro. Vá lá, o Nuno Crato ficava dispensado, sempre foi presidente da Sociedade Portuguesa de Matemática durante uns poucos de anos.
Parece-me uma explicação muito razoável e vou reflectir: se adiar o pagamento do subsídio aos meus trabalhadores, habilitá-los-ei a ficarem ao corrente de quanto poupam nas férias.
Uma explicação técnicamente incólume para não pagar também a credores. E se levantar muito suspeita esta explicação, os nossos governantes devem solicitar ao médico de família uma baixa por esgotamento, com direito a junta médica que atestará a veracidade da patologia, e enviar a certidão para o FMI (troika) a dizer que não há nada para ninguém por motivo de doença maior.
É toda uma linha educativa, com o propósito de nos educar melhor na actividade financeira. – Foi assim com offshores, derivados, swaps, etc…
É a velha educação da reguada: – Não sabes o que é? – Se te doer na pele, vais ver se não aprendes!
Os “piegas” queixam-se da perda de 30% do poder de compra, porque não sabem quanto custa um MBA.
Isto era um projecto de Novas Oportunidades de ensino global. Depois, a Lusófona daria equivalência colectiva aos portugueses, pela experiência adquirida, mas é tudo mal compreendido. São uns piegas…
(*) Correcção ao seu título: “justi-fi-cações”, mas percebe-se que visava poupar 2 Letras… seguia já o acordo-sms de austeridade.
Muito pertinente a sua observação, Da Maia. Até no que diz respeito ao título. Publico a correção no dia em que os funcionários públicos receberem o subsídio.
E ninguém lhe disse “importa-se de repetir?”?
Não creio que alguém consiga dizer isto duas vezes.
Os exames de matemática do 4º ano do Básico são indispensáveis. Para todos os ministros, incluindo o primeiro. Vá lá, o Nuno Crato ficava dispensado, sempre foi presidente da Sociedade Portuguesa de Matemática durante uns poucos de anos.
O problema é que depois os sindicatos convocavam greve e ninguém era avaliado.
Parece-me uma explicação muito razoável e vou reflectir: se adiar o pagamento do subsídio aos meus trabalhadores, habilitá-los-ei a ficarem ao corrente de quanto poupam nas férias.
Chama-se pedagogia.
Uma explicação técnicamente incólume para não pagar também a credores. E se levantar muito suspeita esta explicação, os nossos governantes devem solicitar ao médico de família uma baixa por esgotamento, com direito a junta médica que atestará a veracidade da patologia, e enviar a certidão para o FMI (troika) a dizer que não há nada para ninguém por motivo de doença maior.
Sim, também me parece.
É toda uma linha educativa, com o propósito de nos educar melhor na actividade financeira.
– Foi assim com offshores, derivados, swaps, etc…
É a velha educação da reguada:
– Não sabes o que é?
– Se te doer na pele, vais ver se não aprendes!
Os “piegas” queixam-se da perda de 30% do poder de compra, porque não sabem quanto custa um MBA.
Isto era um projecto de Novas Oportunidades de ensino global.
Depois, a Lusófona daria equivalência colectiva aos portugueses, pela experiência adquirida, mas é tudo mal compreendido. São uns piegas…
(*) Correcção ao seu título: “justi-fi-cações”, mas percebe-se que visava poupar 2 Letras… seguia já o acordo-sms de austeridade.
Muito pertinente a sua observação, Da Maia. Até no que diz respeito ao título. Publico a correção no dia em que os funcionários públicos receberem o subsídio.