Pedro, a propósito disto, ver aqui o Convento de Nossa senhora do Desterro, na minha terra. http://www.guiadacidade.pt/portugal/?G=monumentos.ver&artid=16345&distritoid=08#
Muito oportuno, este linque, António. Assim que puderes volta ao assunto, em texto no DELITO. Nunca é de mais falarmos do património em perigo no nosso blogue.
Gosto que mantenhas esta secção, compadre. Pode ser que ainda haja, aqui e ali, quem tenha vergonha do desmazelo que grassa pelo património nacional, parte do qual (em Lisboa e por todo o território) é já irrecuperável. Portugal parece condenado à ruína.
Um país quer perde as suas memórias sem um queixume, também apaga do mapa a História e cultura do seu povo. Sem legado, não há herança.
Mais um crime de lesa-património. Conheço bem esta capela lindíssima, morei perto dela durante alguns anos. E vejo que está cada vez pior. Infelizmente.
Pedro, a propósito disto, ver aqui o Convento de Nossa senhora do Desterro, na minha terra. onumentos.ver&artid=16345&distritoid=08#
http://www.guiadacidade.pt/portugal/?G=m
Muito oportuno, este linque, António. Assim que puderes volta ao assunto, em texto no DELITO. Nunca é de mais falarmos do património em perigo no nosso blogue.
Gosto que mantenhas esta secção, compadre. Pode ser que ainda haja, aqui e ali, quem tenha vergonha do desmazelo que grassa pelo património nacional, parte do qual (em Lisboa e por todo o território) é já irrecuperável. Portugal parece condenado à ruína.
Um país quer perde as suas memórias sem um queixume, também apaga do mapa a História e cultura do seu povo. Sem legado, não há herança.
Nem futuro.
Isso mesmo.
Este é um dos temas que não me cansarei de trazer aqui. A propósito da campanha autárquica e a propósito de outro assunto qualquer.
Mais um crime de lesa-património. Conheço bem esta capela lindíssima, morei perto dela durante alguns anos. E vejo que está cada vez pior. Infelizmente.
Até dói!
Sem comentários…as imagens falam por si.
O nosso património está cada vez mais abandonado.
Nunca sobra dinheiro para ele.
Podemos considerar já o Património Português um “sem abrigo”.