“Luís Araújo pediu a reforma a 30 de dezembro do ano passado, de forma a não sofrer um corte de 730 euros, mas esteve em funções até dia 7 de fevereiro, sem o comunicar formalmente. Assim, não se sabe se o general está reformado desde 2013 ou 2014.”
P.S. “Não pode haver tratamento de excepção nos sacríficios”

se por mero acaso, meter o pé no “poder”, estou aqui para ver se vai falar assim
Como calculará, é difícil aos homens livres chegarem algum dia, como refere, ao “poder”, mas se isso acontecer espero que esteja aí para me escrutinar. Aqueles cuja vida é um livro aberto não têm nada a temer.
O que estranho é o curto espaço de tempo em que o despacho de um pedido entrado em Dezembro de 2013 foi decidido. Cunha? 644706467.pdf
Quanto ao resto da notícia, parece-me pura especulação jornalística, pois o n.º 2 do art.99.º do Estatuto da Aposentação estipula que : “O subscritor considera-se desligado do serviço a partir do dia 1 do mês seguinte àquele em que seja comunicada a resolução da Caixa, ficando a aguardar aposentação até ao fim do mês em que seja divulgada a lista dos aposentados com a inclusão do seu nome.” Ou seja, como o despacho foi proferido em Fevereiro, só ficou desligado do serviço no dia 1 de Março. Como já foi publicado em Março no DR, estará definitivamente aposentado a partir de 1 de Abril (pensão passa a ser paga pela CGA): http://dre.pt/pdf2sdip/2014/03/047000000/0