O INE dá conta do drama que devia tirar-nos o sono: Portugal anda a perder 49 milhões de euros por dia. É urgente cuidar disto e começar a compensar tamanho prejuízo. O pior é que, apesar de ser um desequilíbrio que fica a dever-se, em primeiro lugar, à qualidade da gestão pública que temos, parece que não vale a pena esperarmos que as instituições públicas encontrem uma saída para a situação. Se não, veja-se.
Ainda recentemente — só para dar um exemplo — a PJ apreendeu três milhões de dólares no parque de estacionamento de um hipermercado, como se sabe, o que podia ter servido para abater aos 49 milhões de euros perdidos nesse dia. Mas não serviu. Porquê? Porque, afinal, o dinheiro era falso. Está visto que assim não vamos lá. Desejável era encontrar o dinheiro que foi escapando através de certos bancos. Dinheiro verdadeiro.

e isso de dinheiro verdadeiro é o o quê?
tem por ai muita gente que quase nem o vê e quando o tem desaparece logo.
Estou a falar do dinherio que foge ao Estado. Estou a falar do dinheiro que o Estado usa para cobrir aquele. O Estado somos nós.
Caro João Carvalho,
Há um mês atrás escrevi isto
http://atributos-1.blogspot.com/2009/02/i sto-anda-bonito-anda.html
a propósito da nossa dívida. (tem mais, e o que interessa vem mais ou menos a meio)
Melhores cumprimentos
JM
Certo. Um abraço, meu caro José.
Caro João:
«Há um dia atrás escrevi isto»
http://delitodeopiniao.blogs.sapo.pt
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Gand’ Abraço.
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