– Toma cuidado com os piropos: podem dar-te o passaporte para três anos no chilindró!
– Ficas descansada. Nunca me passaria pela mona gastar o meu dicionário de piropos numa abécula como tu.
– Olha quem fala! Já te viste ao espelho? Caganda frasco me saíste…
– E tu? És mesmum coiro…
– Quem desdenha quer comprar, ó boi-cavalo!
– É isso mesmo. Tens troco, trinca-espinhas?
– Vai-te catar, filho dumaganda égua! O que tu queres sei eu…
– Eheheh. Dá-me pica.
– Dá-te pica o quê, rafeirote?
– Seres tão… feia. Mas assim mesmo é que eu gosto de ti.

Os parlamentares da maioria de esquerda conseguem trocar as suas emergências com as emergências do Costa.
Uma adopção, por um salário mínimo; um piropo por um BANIF; Uma TAP +or uma 4ª e 6ª classe.
E assim por diante.
Mas a merda do piropo era mesmo uma grande emergência.
Será que o Nóvoa e o Marcelo vão apoiar o piropo?
Depois da criminalização do piropo seguir-se-á o quê? A criminalização do pirete?
Do pirete não, do peido. Em público dá prisão, em privado multa.
Não me cheira nada bem.
Não sabia da entrada da Lei. ( BE ou dos Verdes)?
Peço o favor de me informarem: – pirocar elogiosamente é crime? Por exemplo:
“És tão bonitinha …. Lulu ! Pareces mesmo uma santa Apolónia!
Obrigado queridões.
Já não poderei dizer à porta-voz do Bloco de Esquerda o meu piropo preferido: Estás tão louçã, Catarina!
Não quero ir malhar com os costados na cadeia…
Trata-se apenas “da transposição para as leis nacionais, da Convenção de Istambul, uma Convenção do Conselho da Europa”. Nada como uma Europa imaginativa de como “espremer” contribuintes. Aliás, deve lembrar-se das leis, sobre o tamanho das bananas, o azeite devidamente selado nos restaurantes e, antes do Natal, saíram as instruções de como usar velas que, para nós, parece anedota mas, ao que ouvi, os fabricantes de velas, ficaram sem perceber como fazer a base da vela que tem de seguir umas determinadas regras … para não falar das multas, na Alemanha, para quem diga algo sobre o que não concorda sobre o islão, aqui, só por falar, até pode chegar a dar pena de prisão. Penso que uma grande maioria, ainda não entendeu que, isto de esquerda e direita já passou à História, agora, vamos a caminho de um governo totalitário global. Estamos no começo, de tudo aquilo que vamos poder ou não poder, fazer ou dizer porque o dinheiro e, onde é gasto, já eles controlam.
Em 2013, numa conferência realizada em Fátima, G. Edward Griffin (escritor) já, de uma maneira soft, abordou The new world order, apesar de não ser religioso, há neste caminho, o cenário de não quererem devoção a mais coisa nenhuma.
Aqui, ainda nem sabíamos como a Grécia seria obrigada a receber mais um empréstimo… se tive dúvidas, basta ver o que tem acontecido desde aí, para começar a ver que, se calhar, tudo passa a fazer sentido… e, este, é apenas um, entre muitos que falam deste assunto.
Quanto a outros assuntos, como o aquecimento global que, como o público até gozava porque, em vez de calor, cada vez fazia mais frio, mudaram o nome para alterações climáticas e aí, só comecei a mudar de ideias quando os cientistas que discordavam, só por discordar, apanharam com processos jurídicos e, até, ameaças de morte… algo que não faz sentido porque se, estivessem errados, facilmente poderiam ser desmentidas as suas teorias.
YouTube: SXE
https://www.youtube.com/watch?v=005cahIs
G. Edward Griffin: How Socialism, Communism, Fascism are All the Same
Quanto às alterações climáticas, a conferência é longa mas, se queremos saber, este, apesar de haver outros, foi aquele que melhor entendi a explicação.
YouTube: glk
https://www.youtube.com/watch?v=Owm25OHG
Tim Ball – The Deliberate Corruption of Climate Science
Eu diria, bem à brasileira, que “a coisa tá preta”, Isa. Mas provavelmente incorrerei num ilícito com essa terminologia.
O Estado-papá vela por nós, em defesa da moral e dos bons costumes. Policiando, desde logo, a nossa linguagem.
Será que o Carlos do Carmo, ou outro, irá preso por cantar o fado:
Eu gosto muito mais daquela feia……
etc, etc,
Arranjaram mais uma cagada para juntar ao “Aborto >Ortográfico”
Deixe estar. Por morrer uma andorinha não acaba a Primavera.
(Da concorrência)
” Nunca tive jeito para mandar piropos.
Mas julgava ser o piropo uma brejeirice simpática.
E pensava que as mulheres, pelo menos lá no fundo, gostavam.
Por este andar, homens e mulheres vão acabar por ficarem iguaizinhos.
Tão iguais, que irão perdendo o interesse mútuo que só a diferença garante.
Espero sinceramente que as mulheres se mobilizem e exijam o piropo de volta.
Como um direito e um privilégio de que foram espoliadas por quem não é carne nem é peixe.
Amen!
Nota: As ofensas não são piropos e já estão criminalizadas.”
Neste país não se pode dar um pontapé numa pedra que logo saem de lá duas dúzias de novas leis.
(Ups, se calhar pontapear as pedras não tardará também a ser criminalizado…)
Com um país à beira do abismo, prenhe com problemas de corrupção, miséria, fome e incúria no sistema de saúde para o qual pagamos regiamente todos os meses, isto entre tantos males que nos assolam, penalizar o piropo é que sim, foi coisa de valor e absolutamente imprescindível.
Já agora, serve a quem ? É que não lhe reconheço qualquer utilidade.
Serve para condenar muito trolha ao desemprego, Dulce. Toda uma classe profissional fica a partir de agora sob ameaça com esta lei.
É uma boa pergunta e, se ler o meu comentário anterior, talvez comece a perceber que, há demasiadas coisas que fazem pouco sentido para a população europeia mas, muito sentido noutro contexto… No primeiro vídeo, aparece uma referência à Agenda 21. Curiosamente, uma grande percentagem dos cidadãos europeus, não faz a mínima ideia do que seja, pois seria importante começarem a procurar informação sobre esse assunto e, o que parece ser um futuro paraíso, se calhar… isto de um governo global… só por aquilo que vemos, a controlarem o dinheiro e os orçamentos dos países… imagine controlarem tudo o resto…
Para o Marxismo existem duas utilidades: o controlo da linguagem, a destruição de identidade, a criação de culpa para ser mais fácil subjugar e dominar os outros.
Com o tempo terá uma lista publica e os culpados terão de fazer penitência publica ou vão à ruína como nos julgamentos Comunistas.
A segunda importante utilidade: mais lugares, mais departamentos na burocracia estatal reforçando o seu poder.
Em que ficamos?
É o piropo ou ‘a proposta sexual indesejada’?
A resposta a essa pergunta pode roçar o ilícito penal.
E como é que eu sei se é indesejada antes de propor?
Proponha e obterá a resposta.
O Bloco diz no seu site que é ‘importunação sexual’ o que também não facilita.
Na próxima revisão prevejo que vão querer acrescer ‘…não solicitada’.
Em qualquer caso o piropo deverá ser preservado e para isso a sua defesa requer esclarecer o conceito e não o deixar igualar à versão que, sem o dizer, legalmente tudo quer abarcar, da grosseria ao bom gosto.
O piropo português devia integrar a lista do património imaterial da humanidade. Com muito mais relevância do que os chocalhos alentejanos.
Criminalizá-lo é um crime.
De Cavaco Silva :que havemos de fazer para que nasçam mais bebés?
A coisa começa a ficar preta (passe a incorrecção politica, está cada vez mais difícil abrir a boca) de facto se não se pode fazer proposta de cariz sexual explícita, como passar ao acto e fazer bebés? Sem começar pela proposta explícita parece-me mais agressivo. Até na reprodução a vida está difícil. Devemos começar por proposta implícita? Depois explícita e só depois é que … zás? Ensinem-me que bem queria ajudar Cavaco.
Para haver mais bebés, na perspectiva de Cavaco, nada melhor do que estreitarmos relações com Paris. Consta que é de lá que vêm as cegonhas.
A Democracia a transformar-se em Democracia Totalitária continua o seu caminho inexorável pelas mão da Esquerda Marxista.
Em Nova York se não identificar alguém pelo “género” correcto
dá punição que pode ir a $250000.
The NYCHRL requires employers and covered entities to use an individual’s preferred name, pronoun and title (e.g., Ms./Mrs.) regardless of the individual’s sex assigned at birth, anatomy, gender, medical history, appearance, or the sex indicated on the individual’s identification. Most individuals and many transgender people use female or male pronouns and titles.
Some transgender and gender non-conforming people prefer to use pronouns other than he/him/his or she/her/hers, such as they/them/theirs or ze/hir
http://www.breitbart.com/tech/2015/12/27/n yc-will-fine-you-250000-for-misgendering-a-t ranssexual/
http://www.snopes.com/transgender-pronou ns-fine-nyc/
Como é óbvio muitos mais burocratas terão emprego às custas de quem cria, inventa, faz.
A culpa, como ilustra a citação que aqui nos traz, não é do marxismo: é dos pronomes. A gramática é sexista.
Realmente com tanta coisa urgente a tratar neste país, haviam de colocar na agenda o piropo logo agora. Deviam era ensinar as pessoas a serem educadas e a respeitar o próximo.
Os piropos proferidos na clandestinidade têm mais encanto. Deve ter sido essa a intenção do douto legislador.
Foi através da convenção de istambul, de que PTG é subscritor, que esta estupidez ridícula entrou.
Não é bem o piropo, mas as propostas de cariz sexual explícito.
Vai dar ao assédio.
Choverão queixas, se o assunto for ventilado.
Como disse alguém (com que não concordo)”Mulher? MUlher é bicho fdp!…” 🙂
PTG é Portugal, BELIAL?
Já chegámos a isto?
Reduzir o nome do País a uma sigla de mala de viagem de aeroporto?
Subscrevo, em parte, posta e comentários do “insurgente” sobre o assunto.
o “público” vem sendo um projecto ínvio, cuja falência é sustentada por capitalista industrioso, com objectivos malsins.
Quem tem medo do lobo mau? Não sei. Mas pelos vistos – não tem compradores.
Vaya con dios…
Hum…
Alguns piropos até são engraçados. Dão para sorrir e numa altura em que toda a gente, ou quase, anda embezerrada, alguns “iluminados” lembram-se de … autuar as graçolas. Uma canseira!
Aproveito para vos desejar um excelente Ano de 2016.
Para si também um excelente Ano, excelente Ana.
(e, por favor, não considere isto um piropo…)
Pedro Correia:
Peço desculpa pelo PTG.
Suspeitei que ia ser “bicado” por isso – e não resisti… 🙂
Já passou, Belial. Bom ano!