Orfã da grandeza soviética, consumou-se o declínio da Rússia nas últimas duas décadas. Depois da calamitosa governação Iéltsin, Vladimir Putin, com métodos tão questionáveis como eficazes e populares internamente, recupera a Rússia como potência, restaurando o famoso temor reverencial mundial.
Os Estados Unidos, via NATO, tentaram promover a ocidentalização da Geórgia e da Ucrânia. Agora, perante o ranger de dentes da Rússia, assobiam para o lado. Só por instantes Dick Cheney pensou intervir militarmente na Geórgia. (In)coerentemente, nos últimos dias, perante o aperto à Ucrânia, não se vêem nos Estados Unidos ou União Europeia vozes, braços e "peitos feitos" atrás da Ucrânia na batalha do gás.
Em pouco tempo os governos pró-ocidentais desta duas antigas Repúblicas Socialistas Soviéticas serão substituídos, sucumbindo internamente ao assédio pró-russo das oposições. Nesse dia a Rússia não terá apenas ganho a batalha diplomática pela via de um ostentado destemor, como terá recuperado dois preciosos aliados estratégicos que lhe haviam fugido. Onde terminará esta crise?

Todos enfrentaram, todos fogem.

Não me parece que estaríamos mais seguros com uma Rússia cercada.
Não estava lá muito dentros do negócios de “gases”…
Mas agora estou e…. entendendo que o “feijoal” da Russia produz gás que dão “peidos” a valer…
E os feijões da horta da Europa uns “bufitos”.