A verdade é que os actuais candidatos à Presidência da República constituem, todos eles, o o mais lógico argumento que os defensores do regresso da monarquia podem encontrar. Isto de fazer 250 quilómetros para Sul (e 250 para Norte, no regresso) para rabiscar uma cruz no mal menor é cansativo – e se não fosse por a viagem de regresso incluir um saco bem cheio de enchidos caseiros, comida caseira diversa e demais vitualhas de produção doméstica, garanto que não me dava ao trabalho.
As vitualhas eleitorais
eventhorizon,

Deixa lá, João, salvam-se os enchidos.
Esses são uma maravilha, de facto 🙂
Depois sou eu o criticado por dizer que não sou um republicano convicto ou por não alinhar nas comemorações dos 100 anos da república… cada vez este sistema me dá razões às minhas reticências 😉
O sistema, de facto, não nos dá grandes razões para celebrar. Também não sou republicano convicto. Aliás, Monarquia, República… Sem gente capaz a governar, a questão do regime acaba por ser uma questão menor.
O sistema ideal é o belga. Com um rei que não reina e um governo que não existe.