Às vezes lembro-me do Arnaldo Matos


Paulo Sousa,

 

19 comentários em “Às vezes lembro-me do Arnaldo Matos”

  1. Duas tristes figuras a fazerem figuras tristes. O venezuelano parece mais à-vontade no seu papel de triste figura. O nosso figurão é mais daqueles que en(costa) a barriga e depois fica-se a arrotar umas alarvidades, tentando fazer conversa, e a ver o que dá à costa. Enfim, um daqueles chatos que andam de sorriso afivelado a abanar o copo.

    1. O Costa aparece aqui como o menos confortável. Andaram a encher a boca com o Guaidó, mas a maré virou, e já começaram a normalizar o regime chavista. Precisam dele para tentar baixar a cotação do petróleo. O mafioso do pernis de porco, breve está a receber mais encomendas. O “grande educador da classe operária” tinha uma frase para descrever esta malta.

  2. “Temos muitos portugueses na Venezuela!”
    “Curioso, nós também temos agora muitos portugueses da Venezuela. Dizem que tiveram de fugir…”

  3. Naqueles tempos era normal, até corriqueiro, ouvir das vozes anarquistas, que quem lhe escrevia os discursos e intervenções, era o Júlio…
    A verdade é que todos os que com ele privaram o tinham como uma excelente pessoa.
    E não, não me refiro ao PM.

  4. Arnaldo Matos, qual?
    O vestido de ganga que queria educar a classe operária ou o de fato do Pestana & Brito em amena cavaqueira no Gambrinus?
    Fez o seu trabalhinho, ele e muitos os seus religiosos seguidores, e depois foram todos às suas vidinhas. É que não houve um sequer que não ficasse bem na vida, pudera eram todos doutores saídos da Faculdade de Direito que eles próprios punham e dispunham.
    Anarquista? Isso eram coisos da burguesia.
    Ele era Marx, Engels, Lenine, Estaline e Mao.. ista.

  5. Olha o Costa todo baboso a cumprimentar o seu camarada socialista latino-americano, qual insignificante desesperado por holofotes. Vá lá que ao menos desta vez não se curvou ao estilo pedinte como fez com o PM holandês (aquele a quem tinha criticado à distância mas que depois quase se prostou a seus pés) nem perguntou se já podia ir ao banco como fez com a outra da UE ou com as súplicas para o BCE ir tapando as trapalhadas das políticas tugas com a compra de dívida que agora, dado o aumento dos juros, também já vem criticar armado em fortalhaço, mas à distância claro!
    Como diria o falante de portunhol de São Bento: António Cuesta el hombre que abla muy “groezo” con los de casa pero que se “encuelle” todo con los de fuera, “sobretuedo” si ellos estan cerca. Enfim um tipo que envergonha diariamente qualquer pessoa que tenha o mínimo de brio e de gosto pelo país. Sem dúvida no top 3 dos piores pm de sempre desta república.

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