As vacinas já chegaram a Portugal


Paulo Sousa,

Segundo indicações do SIS as vacinas contra a Covid-19 serão guardadas em local secreto. Entretanto nos media já circulam imagens da sua chegada, e o Público já adiantou que estão armazenadas em Montemor-o-Velho. Olhando para o Google Maps, onde é que elas poderão estar?

montemor.png

Eu apostava na fábrica de sofás.

42 comentários em “As vacinas já chegaram a Portugal”

  1. A querer ridicularizar a comunicação social idiota que temos, acabou por fazer o post mais idiota do dia

    1. Realmente…Já há uma Vacina contra a Estupidez? Em Portugal não chegavam. Certos blogues, e “profissionais da comunicação social”. Cada pergunta a quem leva a vacina!! Ouçam o discurso do Prof Infectologista do H.S.J ,o primeiro a levar a vacina.

      1. Não sei se estamos a falar do mesmo, mas o Dr. António Sarmento, o primeiro vacinado, há poucos meses defendia que “ir ao supermercado de máscara, não faz sentido”.

  2. Não!
    Da forma como este processo está a ser conduzido…
    Bora todos juntos menos três, dia 27 tomar a vacina…
    Hum! Cá para mim as vacinas estão estão armazenadas no restaurante dos patinhos, e não é por causa da arca frigorífica que eu estou a desconfiar…

        1. Já lhe morreu alguém de família ou próximo con Covid 19? Pois.. A vontade de “brincar” passava. O “reality show” como diz,não é só em Portugal. Vê noticias?

          1. Deixa-te de moralismos, sou doente cardíaco, isto chega para te situares? Por causa da covid não revejo a medicação há mais de um ano.
            Morreram mais doentes não covid do que doentes covid. Vês notícias?
            Deixa de ser fundamentalista e pensa pela tua cabeça, não sigas a manada.

          2. Tenho um familiar que fez há cerca de um mês um exame no Hospital dos Lusíadas relacionado com um problema cardíaco, é certo que tem seguro. Não sei o seu caso.

          3. Primeiro,não me conhece de lado nenhum para me tratar por tu. Segundo,a manada depende do ponto de vista,também há a manada dos negacionistas.

          4. Não sei se te conheço estás anónimo. Tu é que és capaz de me conhecer para dizeres que eu estava a brincar.
            Só para tua informação eu não brinco com coisas sérias. O que eu não admito é que se descure uma doença em detrimento de outra com um índice de mortalidade muito inferior.

          5. A vontade de brincar é uma fuga aos mais de 10.000 óbitos não covid dos últimos meses. Veja o número de baixas na Grande Guerra e na Guerra do Ultramar para ver do que estamos a falar.
            A vacina, desenvolvida por empresas privadas, não será administrada aos profissionais de saúde que não sejam funcionários públicos.
            Apesar disso ficamos aliviados, morreram mais de 10.000 portugueses, mas salvamos o SNS…

          6. Segundo o que li, numa notícia do DN, do último dia 11, «Desde então («2 de março») e até final de novembro, houve mais 10 776 óbitos acima do que seria expectável – de acordo com a média no mesmo período dos últimos cinco anos – e só 41,8% (4 505) dessas mortes terão sido por covid-19.»
            Como em tudo o que envolve estatísticas («de acordo com a média no mesmo período dos últimos cinco anos»), os tais supostos 6 271 (10 776 – 4 505) óbitos «acima do que seria expectável» até, se comparados com o número de óbitos relativos a 2018, diminuiriam substancialmente, mas “prontos!”, eles até escolheram uma “média de anos” razoável…
            Não pretendo com isso negar que, devido à pandemia, terá até ocorrido um número de óbitos superior ao verificado até no ano em que se verificou um maior número de óbitos nos últimos 5 anos: é apenas um evidência que ocorre sempre em situações idênticas… ou artificialmente dadas como aproximadas (“Ver” «o número de baixas na Grande Guerra e na Guerra do Ultramar para ver do que estamos a falar.»), e as razões até, por isso, são fáceis de compreender, para a actual situação: desde um número maior de utentes do SNS que evitaram deslocar-se aos hospitais até ao inevitável “aperto” que um SNS desfalcado por anos e anos de cortes orçamentais, de repente, se viu confrontado com ter de receber, em alguns dias com mais 4 ou 6 mil novos pacientes, todos eles sujeitos a uma maior ou menor atenção da sua parte.
            PS1. Eu até simpatizo com o queixume do «sou doente cardíaco» Carlos Sousa»: «Por causa da covid não revejo a medicação há mais de um ano»… é que eu também «sou doente cardíaco» e apesar de não me «reve(rem) a medicação há mais de» 5 anos, até posso compreender que alguém como ele, que sobreviveu “mais de um ano” com a mesma “medicação”, até tem o direito a exigir ser considerado como um paciente de alto risco, ou seja, a necessitar de “rever a medicação” num período que ele até julgue ser o razoável. Daqui a um ano, quando vir um outro comentário seu, Carlos Sousa, aqui no DO, até respirarei de alívio por todos os pensamentos mais baixos que tive quando li a sua resposta a alguém, o tal «de moralismos», que perguntou inocentemente se «Já lhe morreu alguém de família ou próximo con Covid 19?»
            PS2. Escreve o PS que «A vacina, desenvolvida por empresas privadas, não será administrada aos profissionais de saúde que não sejam funcionários públicos» na habitual lengalenga liberal mais primária em que não se percebe se ele se queixa de o Estado não apoiar o sector privado ou de apenas estar a interferir com a sua actividade. Sim, a vacina foi desenvolvida por empresas privadas – qual delas, no Ocidente, pode reclamar que não recebeu ajudas de algum dos seus Estados? Terão elas financiado a formação dos seus cientistas? – e depois lá está, porque é que ele não incentiva os «profissionais de saúde que não sejam funcionários públicos» que, salvo melhor opinião, dependem directamente, dos seus patrões, a reclamarem ser vacinados à custa deles, dos seus patrões? Ou onde meteu o liberalismo nessa sua observação?

          7. António Vaz agradeço a sua preocupação e aproveito para esclarecer que a revisão da medicação não depende do período que eu julgue ser o razoável.
            Se você também é sobrevivente de um enfarte agudo do miocárdio, sabe que a revisão da medicação é passado um ano do acontecimento. Pois eu tinha a minha consulta marcada em Agosto, foi adiada para Dezembro e já foi adiada novamente para Março. Faz sentido? Será que a sala de consulta do cardiologista também foi ocupada por doentes covid?
            Não entenda isto como um queixume, entenda isto como a constatação de uma realidade, em que a inversão das prioridades é a solução milagrosa para responder aos problemas.

          8. No privado,desde Maio que me andam a adiar consulta de Oftalmologia,já nem falo de exames. Na agenda da médica só casos com Glaucoma,como felizmente não estou tão mal,tenho que esperar. Isto no SMAS.

    1. Não se esqueça das queijadas!!!
      Recomendo a Pousadinha, para as queijadas e o Afonso, para os pastéis.

      João Moreira

        1. Bem, tendo em conta que o Diário de Coimbra é mais conhecido por “Calinas”, vou aguardar mais desenvolvimentos.

          Quem vai até Montemor e Tentúgal, rapidamente vai até à Mealhada, e mais não digo.

          1. Sim, “Calinas”. Mealhada é município. Se tivessem sido armazenada na Mealhada não seria necessário referir Montemor-o-Velho. Geograficamente, Mealhada fica a Noroeste de Coimbra e Montemor-o-Velho a Sudoeste.

            João Moreira

          2. Interessa-me pouco saber onde estão as vacinas. O que eu sei é que na Mealhada está armazenado o leitão. O resto pode esperar…
            Independentemente da geografia, do também concelho de Montemor, até à Mealhada é um salto. E pelo caminho trago outra vacina para a gula, o “Bolo de Ançã”.
            Abraço,

          3. Recomendo que experimente o bolo e a tôrta das Alhadas. É um desvio, mas sairá recompensado. Para os adquirir, o melhor é no centro da vila.

            João Moreira

          4. Não conheço mas vou experimentar. Pelas fotos que já vi, parece-se com o Bolo de Ançã. Daqui a pouco andamos pelos Bolos da Páscoa… O de Cantanhede é qualquer coisa…
            Grato pela dica…

          5. A tôrta tem pinhões, passas, etc. é saborosa.
            O bolo é bem mais saboroso que o de Ançã (na minha opinião).

            João Moreira

  3. O “Público” diz que é em Montemor-o-Velho. Montemor-o-Velho é concelho. As ditas estiveram armazenada no concelho de Montemor-o-Velho, não, necessariamente, em Montemor-o-Velho!

    João Moreira

    1. Exatamente.
      Eu já antes tinha ouvido dizer que o Ministério da Saúde tem, perto de Coimbra (mas pode ser já no concelho de Montemor), instalações de frio que estavam desativadas mas em alerta, bastava carregar num botão e obtinha-se os necessários 80 graus negativos. É certamente aí que as vacinas estarão – perto de Coimbra mas no concelho de Montemor, nem em Coimbra nem em Montemor.

      1. Está certíssimo!!!
        Posso garantir que estiveram no concelho de Montemor-o-Velho. O concelho tem 11 freguesias. Foi numa delas e eu sei qual.

        João Moreira

Deixe um comentário

O seu endereço de email não será publicado. Campos obrigatórios marcados com *