A peixeirada-do-mal é uma nódoa que cai aos fins-de-semana num canal de informação – a SIC-Notícias. O moderador não modera e os opinadores não opinam. Ou opinam, mas ninguém os ouve: atropelam-se todos à molhada, cada qual a levantar mais a voz do que os restantes, e a peixeirada instala-se invariavelmente. Não é um grande mal, porque o pouco que se percebe é um chorrilho de lugares-comuns que não-aquenta-nem-arrefenta.
Pela devida ordem, a senhora vai à frente. Seguem-se dois inócuos. Por fim, o lugar mais honroso é o do Daniel Oliveira. Raramente concordo com ele, mas reconheço que se destaca pela seriedade e coerência. Já lhe dirigi umas gracinhas no passado, mas deve ser por isso mesmo que gastei algum tempo. E até lhe dirijo outra: aquela peixeirada não é séria, Daniel.

Concordo consigo.
Diria que é um programa absolutamente medíocre e entediante.
Deviam ser todos “corridos” à mangueirada a começar no L. Pedro Nunes e acabar na senhora literata.
Quanto à “gravitas” do Daniel Oliveira, sou muito mais feliz sem ela…
Não se esqueça de ser cavalheiro, meu caro: as senhoras primeiro.
Seguindo o seu conselho e reformulando:
“Deviam ser todos “corridos” à mangueirada a começar na senhora literata e a acabar no L. Pedro Nunes”.
À mangeirada?!?
A Clara Ferreira Alves, dia após dia, deixa revelar a sua faceta de socratista .
Ontem esteve ao nível das peixeiras, e mais uma vez se viu que é igual ao amigo Mário Soares.
Outra coisa irritante nela, é o facto de não suportar mulheres que tenham sucesso. Detrás daquela capa de “feminista” está uma mente muito intolerante e egocêntrica.
Cuidado, porque ela trata o Tio Mário por «você».
parafraseando alguem ” só quero acrescentar mais um ponto” ( e depois são logo 2 ou 3..).
não perco tempo com aquele programa e concordo com o João Carvalho quando diz que o Daniel oliveiro e o melhor dos presentes, de longe.
Exactamente.
Ainda têem paciência para aquela espécie de “Zorra Total” em versão luso-chunga ? …Abençoados…
Amen.
Por uma questão de higiene, deixei de ver isso há muito tempo. Até pensava que já tinha acabado.
Mas pergunto: como é que o dr. Balsemão consente em pagar tal coisa?
Se é por causa do carcanhol, muito ou pouco é sempre excessivo.
O programa não é assim tão fraco, e às vezes o LP Nunes tem graça.
Pois sim. Mas precisava de saber falar em televisão.
Assino por baixo em toda a linha.
À frente na vacuidade pseudo literata e também nos maus fígados vai a senhora. Não há pachorra para ela, o prazo da consumo passou há que tempos e ninguém a tira do ar nem das colunas jornalísticas. Um período de desemprego fazia-lhe bem, lembrava-lhe talvez o quanto é de facto dispensável.
Logo a seguir vem o inenarrável calvo, todo contente por ter sido admitido ao clube, previsível e redondo que mete dó. Este nem para guardar na despensa da Sic servia…
O Daniel Oliveira, que é o único de pés assentes na realidade, é de longe o melhorzinho. É genuíno, não fala do que não sabe. E tem além disso um sentido de humor constitucional. São os únicos momentos de-bate-bem-da-bola que ali se vivem 🙂
Bem observado. Hehe…
Se me permite Chloé, eu gostava de ter escrito “Logo a seguir vem o inenarrável calvo, todo contente por ter sido admitido ao clube, previsível e redondo que mete dó.”
Brilhante. É que é mesmo mesmo isso.
:)))
E depois eu é que sou mauzinho…
Já somos duas…:)))
Não tarda nada fazemos um clube de fãs ao contrário. eheheh
:)))
Mdosol, obg mas nem tanto 🙂 O facto é que temos de sublimar a irritação de alguma maneira. E não podendo apertar o gasganete ao responsável que mantém aquilo no ar, vingamo-nos pelas palavras.. Aqueles dois são de uma confrangedora pobreza (não franciscana, hehe).
Já o Luís Pedro Nunes parece-me bem melhor. Mas tiram-lhe o pio muitas vezes e ele desorienta-se 🙂
Não vejo essa coisa há que luas, aos domingos fico-me normalmente pelo cinema ou pelo Mezzo, nem nunca fui frequentadora assídua, até me esqueço que isso existe, não fosse agora o João lembrar.
:))
Eu sou como o Pacheco Pereira: o que eu não li, não vi ou não ouvi não falarei.
:))
Ainda por cima, não sei se a frase do Pacheco Pereira está exacta, mas respeitei o mesmo erro de concordância: ele diz «o que eu não (…)» em lugar de dizer “do que eu não”. Hehe…
João, a Clara exaspera-me os nervos e, por vezes, tenho de tapar os ouvidos. Precisa de uma espécie de Lindor Ausonia metafórico que lhe contenha a oralidade trucidante do outro tal como o Lindor Ausonia comerciável contém efectivamente as perdas de urina em pessoas a isso atreitas.
Acho que tens razão. Hehe…
Não sou fã, mas vejo regularmente. Luís P. Nunes é um brincalhão, mas diz coisas acertadas mesmo naquele tom de gracejo. Daniel Oliveira é um homem sério e inteligente (o que vai sendo raro), que respeito muito. Marques Lopes e Clara F. Alves? Apenas e só chefes-de-claque. Nem mais, nem menos.
Concordamos. Sublinho que todos eles (talvez menos o Daniel) precisavam de saber falar em televisão, que aquilo é um desastre de sobreposição de vozes e de gaguez completa.
Eu não concordo com nenhum de vocês.
O senhor cara de lua cheia todo contentinho por ser politólogo, esse sim eu não o suporto, parece o joker…o rapaz do inimigo público, parece um bonequito caladinho, até que alguém lhe mexe nos fiozinhos que estão ligados aos braços dele e lá se esperneia todo em loucura desvairada, a senhora clara, adivinha-se um terrivel mau feitio, mas pode ser mesmo da natureza dela, gosto de ler os artigos dela no expresso e acho-a coerente, mas talvez seja porque gosto de pessoas ” desbocadas ” o moderador, bom ele está lá mesmo para ficar quietinho e deixar os outros trabalharem, aprecio bastante o Daniel, parece-me acertado no que diz, tem uma piada disfarçada e certeira, e acho que deve ser boa pessoa. Ás vezes é impossivel ver o programa, porque todos gritam, e tenho de desligar, porque do lado de lá da parede da minha sala está um bébé a dormir que ao primeiro grito, desata a chorar que nem um condenado, e eu vivo apavorada que a mãe deste petiz, descubra que sou eu, digo o eixo do mal que provoca aquela choradeira para lá da meia noite, quando o 35 cm, deveria estar a sonhar com golfinhos e estrelas.
Pelos vistos, sobre o Daniel, parece que há algum acordo. E é o único que não deve acordar o bebé.
Houve tempos em que não perdia o programa (mais no início, quando lá estava o Mexia). Agora tenho pouca pachorra, mas ainda assim vi o último programa e fiquei banzado com a maneira como CFA negava o óbvio.
Nem mais, meu caro. Uma peixeirada de caixão à cova para defender um ponto de vista sem a mais pequena lógica como suporte. A negação do óbvio.
Este quarteto de tolinhos (e não estou a incluir nele o Daniel Oliveira que é o único que ali ainda se aproveita) não devia ter lugar em nenhum programa de televisão. Não sabem expôr calma e claramente um ponto de vista, não se respeitam uns aos outros, falam todos ao mesmo tempo numa vozearia infernal que não deixa perceber nada nem ninguém, enfim, não sabem estar diante de uma câmara e provavelmente também em lado nenhum. Quando lá estava o José Júdice (que era fraquinho, mas calminho) ainda a coisa estava menos mal, mas desde que o substituíram por aquele Pedro Marques Lopes(?), foi a verdadeira desgraça. Chamem p. f. com urgência o Sr. engenheiro, para ver se ele lhes aplica o mesmo tratamento dado ao Jornal da TVI. Aqui até se justificava, c’os diabos!
Boa! Hehehe…