“… Segundo The Washington Post, os mais notáveis apoiantes de Ron Paul em Iowa, foram jovens e democratas descontentes, precisamente quem colocou Barack Obama na Casa Branca em 2008 devido à mudança prometida. Como a mudança não foi integralmente cumprida, há uma poderosa dinâmica para a campanha de Ron Paul.
Dito isto, Ron Paul não tem possibilidades de ser nomeado pelo Partido Republicano. É demasiado excêntrico para isso mas é suficientemente forte para formar uma terceira candidatura e tirar a vitória aos republicanos.”
Retirado de um post de Mendo Castro Henriques no oourico.blogs.sapo.pt


O Ron Paul tem exactamente o mesmo efeito nos Estados Unidos, que teve em portugal o candidato Coelho. nem mais, nem menos. A única diferença é uma maior polidez verbal do candidato americano, e alguma caução cultural que lhe dão as suas referências intelectuais. De resto, ambos perfeitamente aluados. O Ron Paul tem o slogan da “liberdade individual”, repetido como um mantra. Mas é daqueles personagens que, como o coelho, eu gostava de ver a governar um país 🙂
Ó Pedro já chega o nosso karma…
Mas que o sujeito e a sua blonde wife podem fazer estragos, lá isso podem.
É que o “yes we can” não foi muito eficaz!
Tenho de discordar dessa caricatura do Ron Paul. É que ele é o meu candidato :)!
Mas por enquanto terá que contentar com os candidatos de cá. :))
Mas não o acha demasiado…como direi, individualista? Estou à vontade porque não sou obamista!
Percebo que se tome por individualismo aquela defesa intransigente do indivíduo face ao Estado, mas a verdade é que essa defesa pressupõe o reconhecimento, precisamente, da alteridade do ser humano. A redução do papel do Estado, em Ron Paul, não é meramente económica, penso.
Neste momento “espero para ver”, mas parece-me que Obama não vai ter a vida fácil.