Este conjunto de malas encerra um conceito inovador que deverá revelar-se muito útil, visto responder às novas realidades. Vejamos.
A mala maior que se vê atrás serve para um uso mais tradicional: leva tudo dentro e dá um jeitaço a quem não quer saber de cantigas.
A mala maior e a mais pequena permitem transportar a parte mais volumosa do produto e, separadamente, luvas e coisas para o caminho.
A mala maior e a média servem para quem não gosta de surpresas e se previne antecipadamente: na maior, os 60 por cento que poderão ir parar ao Fisco e, na outra, os 40 por cento para seguir a vida tranquilamente.

É a mala maior que transporta os jornais de construtoras e as respectivas contrapartidas?…
Isso acho que terás de perguntar a certos candidatos…
These are My bags !!!!!!
Mai Gud! Riali?
Gad lack end gad trip to the parlamente, Mr. Black.
Vejo que adoptaste de vez o modelo Alô Alô…
Foi influência do comunicado da PSP que o Pedro trouxe até ao DO. Hehe…
Élou João Carvalho! I laique véri mátch tu spique laique dêsse.
:)))
Gud mourning. I laike ite two.
Mourning? Balhamedeus eheheh
Estilo polícia do ‘Alô, Alô’…
Hi Tony! I would like to talk with you one of these days.
Keep the bag with you and don’t trust him or you’ll loose it.
No problem, man. I’m turning white.
Oh! So you seem to be a new Michael.
Olha a mala, Olha a mala/Olha a malinha de mão/Não é tua, nem é minha/É do nosso hidrovião ” ahahah :))
Não é tua, nem é minha?
Deve ser como a pombinha.
Uma pomba, duas pombas,
Três pombinhas a voar.
Uma é tua, outra é minha,
Outra é metade p’ra cada um…
Mais vale uma mala de mão do que três a voar.
A grande?…
Ná… tamanho não é documento.
Um chequezinho cabe em qualquer necessaire.
You mean: one sheik?
Bem, para um sheik que caiba numa malinha de mão não olho duas vezes. A não ser, claro, que tenha muito peróleo.
Acho que estás a precisar de um banho de Açores. Hehe…
Isso é que é uma grande verdade.
É já para a semana.
Errata: petróleo.
Acho que fiquei nervosa com a possibilidade… 🙂
Eheheh
Ana e se o sheik dissesse como no anúncio a uma marca de malas (não sei qual, não é do meu tempo): Ohmeninaquemmederaamala! Amalaéqueeuqueria
:)))
Desse anúncio não me lembro, Maria. Mas se algum me dissesse isso dava-lhe logo a mala… ou melhor, dava-lhe com ela na cabeça.
Atenção, meninas!
«Quem me dera amá-la…» «A mala? Mas onde é que está a mala?» «Ah… a mala…» «Amá-la? A quem?»
São excertos de diálogos de uma das melhores comédias dos nossos anos de ouro: “O Costa d’África”. Infelizmente, parece que alguém fez desaparecer o filme há uns anos e nunca mais foi visto.
Creio mesmo que nunca chegou a ser recuperado e vertido para as novas tecnologias. Pode ser que o Pedro Mexia agora volte a encontrá-lo…
Não me lembro do Costa d’África, João. Será que nunca o vi? Só me lembro do Costa do Castelo.
Há anos que ninguém vê “O Costa d’África”, um dos mais hilariantes para quem gosta daqueles trocadilhos da época.
Eu, por exemplo. Gostava de ver esse.
Ahhhh Pois foi. Agora me lembro que a minha mãe contava que tinha visto… E eu imaginei que fosse anúncio.
Valha-nos quem é rigoroso nas recordações.
:)))))))))))))
Estás “old fashioned”, João. As novas malas pretas trazem uma traja cor de laranja, para não se confundirem com as da rosa.
Eu sei, Carlos. O conjunto aqui retratado é apenas uma amostra. A lista é colocada depois, de acordo com quem encomenda.