A praia Dona Ana é irmã da do Camilo. Em 1992, no regresso, directo, da EXPO Sevilha, depois de um dia de viagem de temperaturas elevadas fui cair na praia da Dona Ana, já ao fim da tarde, com sombra e água a 20º. Foi um mergulho à rocha das conchas e regresso para adormecer na sombra até quase a anoitecer e seguir para Bensafrim. Nunca mais fui à praia da Dona Ana, que é bonita e tem sombra a meio da tarde.
Durante anos, esta foi uma das nossas praias mais fotografadas – até para cartazes turísticos de promoção internacional do Algarve. No segmento praias urbanas, é das mais bonitas. Indiscutivelmente.
Uma coisa é uma praia ser bonita; outra, é ser uma boa praia. E uma coisa é dar boas fotografias para inglês ver; outra, é ser boa para português usar.
O que custa subir esses degraus. Não existe elevador? Se não, o regresso torna-se muito cansativo.
Complicado. Por isso o leitor balio nunca desce ao areal. Fica cá em cima a observar a paisagem.
Mais uma praia com muitos degraus e com o perigo de que rochas nos desabem em cima.
E pode ter peixe-agulha. E algum tubarão tresmalhado.
A praia Dona Ana é irmã da do Camilo.
Em 1992, no regresso, directo, da EXPO Sevilha, depois de um dia de viagem de temperaturas elevadas fui cair na praia da Dona Ana, já ao fim da tarde, com sombra e água a 20º. Foi um mergulho à rocha das conchas e regresso para adormecer na sombra até quase a anoitecer e seguir para Bensafrim.
Nunca mais fui à praia da Dona Ana, que é bonita e tem sombra a meio da tarde.
Durante anos, esta foi uma das nossas praias mais fotografadas – até para cartazes turísticos de promoção internacional do Algarve.
No segmento praias urbanas, é das mais bonitas. Indiscutivelmente.
Uma coisa é uma praia ser bonita; outra, é ser uma boa praia.
E uma coisa é dar boas fotografias para inglês ver; outra, é ser boa para português usar.