0 comentários em “As melhores praias portuguesas (7)”
De cada vez que vou passar uns dias ao Minho, mais vezes na zona de Gondarém, observo está praia. Para mim, muito bonita, mas uma água gélida, mesmo no Verão. O que nunca perco é a qualidade gastronómica e o ambiente e o acolhimento excepcionais do Ancoradouro. António Cabral
O pior é a nortada, António. Fiz praia em Moledo em miúdo, durante alguns Verões, com os meus pais. E nunca podíamos dispensar o pára-ventos na areia. Quanto ao programa gastronómico, Caminha é do melhor que há em Portugal.
A praia pode ser deslumbrante, mas só para admirar e bem vestidinho. Por muito bonita que seja, perde todo o encanto porque para fazer praia, nem pensar e assim sendo, perde todo o encanto. Quanto ao programa gastronómico Caminha, não consegue bater Évora.
Bem, eu fiz lá praia várias vezes e sobrevivi. Quanto a Évora, lamento, mas não pode integrar esta série por se encontrar demasiado longe do mar. Há-de vir noutra, sobre roteiros gastronómicos.
Conheço (ou deverei antes escrever: já lá estive) de Verão e de Inverno e encanta-me. Não será a praia quente e de água morna que é “a praia” para tanta gente, mas um bom agasalho, calçado resistente e um longo passeio pela areia molhada, sob tempo frio e ventoso, isso para mim também é praia. E bem revigorante.
E abre o apetite. E uma vez mais, para este nado e criado em Lisboa, também na gastronomia o Norte é imbatível (com todo o respeito por Évora, de que gosto muito).
Mas “fazer praia” em Moledo, no sentido de por lá passar uma temporada estival, com rotinas consagradas e tempo para criar raízes e memórias sólidas de verões felizes, isso só me aconteceu indirectamente. Pela pena do Dr. Sousa Homem.
É difícil, mas por vezes não está nem bruma, nem chuva nem nortada. Quando se atinge esta rara conjugação, a praia de Moledo é imbatível (e este fim de semana pós-S. João que se aproxima estou com ganas de tentar a minha sorte).
De cada vez que vou passar uns dias ao Minho, mais vezes na zona de Gondarém, observo está praia. Para mim, muito bonita, mas uma água gélida, mesmo no Verão. O que nunca perco é a qualidade gastronómica e o ambiente e o acolhimento excepcionais do Ancoradouro. António Cabral
O pior é a nortada, António. Fiz praia em Moledo em miúdo, durante alguns Verões, com os meus pais. E nunca podíamos dispensar o pára-ventos na areia. Quanto ao programa gastronómico, Caminha é do melhor que há em Portugal.
A praia pode ser deslumbrante, mas só para admirar e bem vestidinho. Por muito bonita que seja, perde todo o encanto porque para fazer praia, nem pensar e assim sendo, perde todo o encanto. Quanto ao programa gastronómico Caminha, não consegue bater Évora.
Bem, eu fiz lá praia várias vezes e sobrevivi. Quanto a Évora, lamento, mas não pode integrar esta série por se encontrar demasiado longe do mar. Há-de vir noutra, sobre roteiros gastronómicos.
Conheço (ou deverei antes escrever: já lá estive) de Verão e de Inverno e encanta-me. Não será a praia quente e de água morna que é “a praia” para tanta gente, mas um bom agasalho, calçado resistente e um longo passeio pela areia molhada, sob tempo frio e ventoso, isso para mim também é praia. E bem revigorante.
E abre o apetite. E uma vez mais, para este nado e criado em Lisboa, também na gastronomia o Norte é imbatível (com todo o respeito por Évora, de que gosto muito).
Mas “fazer praia” em Moledo, no sentido de por lá passar uma temporada estival, com rotinas consagradas e tempo para criar raízes e memórias sólidas de verões felizes, isso só me aconteceu indirectamente. Pela pena do Dr. Sousa Homem.
Mas também se vive lendo.
Costa
É difícil, mas por vezes não está nem bruma, nem chuva nem nortada. Quando se atinge esta rara conjugação, a praia de Moledo é imbatível (e este fim de semana pós-S. João que se aproxima estou com ganas de tentar a minha sorte).