A fotografia não dá a ideia como se chega à Praia da Arrifana. A Arrifana estava sossegada até aparecer o homem do sportenh Sousa Cintra a vender uns terrenos no zona. Depois, foi-se construindo pequenas casas até chegar à praia, por estrada estreita em curvas. A praia da Arrifana, com um pequeno cais de pescadores é a única para atracagem de barcos entre Milfontes e Sagres. É uma maravilha em todos os aspectos. Em 1993, numa belo dia, mal cheguei fui reservar almoço no pequeno restaurante junto da praia. Ainda não havia emente por não ter chegado o peixe, mas quando chegasse faziam-me sinal para eu ir escolher. Assim aconteceu e “fui obrigado” a ficar com um sargo que dava bem para duas pessoas, ainda tinha algas quando escolhi. Foi um almoço inesquecível, embora um bocado caro pra época e quando perguntei ‘afinal quanto foi o quilo do sargo’ o J.. respondeu ‘tem de perguntar à sua barriga’.
Com muito bom aspeto. Mas deve ser um bocado estafante lá chegar e, sobretudo, voltar dela.
A fotografia não dá a ideia como se chega à Praia da Arrifana.
A Arrifana estava sossegada até aparecer o homem do sportenh Sousa Cintra a vender uns terrenos no zona.
Depois, foi-se construindo pequenas casas até chegar à praia, por estrada estreita em curvas.
A praia da Arrifana, com um pequeno cais de pescadores é a única para atracagem de barcos entre Milfontes e Sagres.
É uma maravilha em todos os aspectos.
Em 1993, numa belo dia, mal cheguei fui reservar almoço no pequeno restaurante junto da praia.
Ainda não havia emente por não ter chegado o peixe, mas quando chegasse faziam-me sinal
para eu ir escolher. Assim aconteceu e “fui obrigado” a ficar com um sargo que dava bem para duas pessoas, ainda tinha algas quando escolhi.
Foi um almoço inesquecível, embora um bocado caro pra época e quando perguntei ‘afinal quanto foi o quilo do sargo’ o J.. respondeu ‘tem de perguntar à sua barriga’.