
No Faial, a Horta não é apenas uma cidade acolhedora…

… mas também um estimado porto de abrigo do mundo.
Com o Pico altaneiro lá adiante sempre a zelar.

No Faial, a Horta não é apenas uma cidade acolhedora…

… mas também um estimado porto de abrigo do mundo.
Com o Pico altaneiro lá adiante sempre a zelar.
Sou suspeito…. mas confirmo que é verdade e adorei este artigo.
Ainda bem, Carlos. Seja suspeito à sua vontade.
ilhas de bruma…AD AD (isto de AD AD não é o que parece…um dia explico…)
Será coisa boa?…
Então explico: durante uma estadia em S.Miguel,uma Tia-avó daí natural, mostrou-me uma carta de um antigo feitor,que entretanto se reunira à família,lá para os states…a carta ( uma delicia de ternura e carinho) terminava com “…menina Maria Isabel etc e tal…deste seu….assinava e AD AD…por Adeus Adeus…ler com sotaque micaelense…
Entendi.
Uma cidade cheia de charme, a descansar os olhos sobre o canal.
É mesmo.
Gosto muito dos Açores. E conheço os cantos que publicaste. Nem sei como os açoreanos ainda são portugueses…
Helena,
provavelmente os portugueses (leia continentais) é que gostavam de ser açorianos…
Eu por mim falo. Não há local melhor…
E sou insuspeito porque sou alfacinha com as raízes no Ribatejo pedregoso da serra dos Candeeiros.
Bem visto, José.
Como eu José da Xã, que nasci em Lisboa, sou meia alentejana e meia beirã, mas não me importava nada de viver nos Açores, onde o meu irmão mais novo tem casa, em Vila Franca do Campo.
Viver nos Açores é muito recomendável.
Minde ? Mira de Aire ? Alcanede ? Por aí, digamos assim. Um expatriado natural de Santarém, o que se assina.
Alcanena será melhor. Mas Minde é outrossim uma parte da raiz da família.
Não “penetro na Piação do Xarales do Ninhou” mas também não sou um “serafim”
Há, porém, dois tipos de açorianos.
(1) Os micaelenses (da ilha de São Miguel, a maior dos Açores e onde vive metade da população). Esses designam-se sempre a si mesmos como “açorianos”, mas são diferentes de todos os outros açorianos. São mais fechados, desconfiados, sofrem de uma enorme desigualdade social (bolsas de pobreza dramática), e têm uma pronúncia horrível.
(2) Os das outras oito ilhas. Esses designam-se a si mesmos como sendo da ilha de que são – porque as nove ilhas são todas diferentes – e não como “açorianos”. São abertos, amigáveis, francos, até algo ingénuos. Falam com pronúncias perfeitamente entendíveis. Nas suas ilhas a desigualdade social é bastante pequena.
Convem distinguir bem entre uns açorianos e os outros. É que não tem absolutamente nada a ver.
Lindo!!!!
Tão colorido.
Já tinha saudades dos Açores. Ainda tenho.
A última fotografia é de um efeito espectacular, apetece correr para lá.
Mas não é a última. Há-de haver mais. Eheh…
Neste porto de abrigo, ouvi dizer que as duas coisas mais bonitas do Faial são a vista para o Pico e a viagem para o Pico! Não consegui discordar…
É uma séria possibilidade.
A caldeira do vulcão do Faial é também extremamente impressionante.
(1) A Horta, na primeira fotografia, está muitíssimo diferente de quando lá estive, há uns 20 anos. Nessa altura pouco passava de uma aldeola.
(2) Estive lá diversas vezes e nunca vi o pico do vulcão, nem sequer em sombra. A última fotografia é muito sugestiva, mas ninguém deve ir à Horta e esperar ver isto.