As ilhas que eu vejo (5)


jmmcc,

 

No Faial, a Horta não é apenas uma cidade acolhedora…

 

 

… mas também um estimado porto de abrigo do mundo.

Com o Pico altaneiro lá adiante sempre a zelar.

23 comentários em “As ilhas que eu vejo (5)”

      1. Então explico: durante uma estadia em S.Miguel,uma Tia-avó daí natural, mostrou-me uma carta de um antigo feitor,que entretanto se reunira à família,lá para os states…a carta ( uma delicia de ternura e carinho) terminava com “…menina Maria Isabel etc e tal…deste seu….assinava e AD AD…por Adeus Adeus…ler com sotaque micaelense…

  1. Gosto muito dos Açores. E conheço os cantos que publicaste. Nem sei como os açoreanos ainda são portugueses…

    1. Helena,

      provavelmente os portugueses (leia continentais) é que gostavam de ser açorianos…
      Eu por mim falo. Não há local melhor…
      E sou insuspeito porque sou alfacinha com as raízes no Ribatejo pedregoso da serra dos Candeeiros.

      1. Como eu José da Xã, que nasci em Lisboa, sou meia alentejana e meia beirã, mas não me importava nada de viver nos Açores, onde o meu irmão mais novo tem casa, em Vila Franca do Campo.

      2. Minde ? Mira de Aire ? Alcanede ? Por aí, digamos assim. Um expatriado natural de Santarém, o que se assina.

    2. Há, porém, dois tipos de açorianos.

      (1) Os micaelenses (da ilha de São Miguel, a maior dos Açores e onde vive metade da população). Esses designam-se sempre a si mesmos como “açorianos”, mas são diferentes de todos os outros açorianos. São mais fechados, desconfiados, sofrem de uma enorme desigualdade social (bolsas de pobreza dramática), e têm uma pronúncia horrível.

      (2) Os das outras oito ilhas. Esses designam-se a si mesmos como sendo da ilha de que são – porque as nove ilhas são todas diferentes – e não como “açorianos”. São abertos, amigáveis, francos, até algo ingénuos. Falam com pronúncias perfeitamente entendíveis. Nas suas ilhas a desigualdade social é bastante pequena.

      Convem distinguir bem entre uns açorianos e os outros. É que não tem absolutamente nada a ver.

  2. Lindo!!!!
    Tão colorido.
    Já tinha saudades dos Açores. Ainda tenho.
    A última fotografia é de um efeito espectacular, apetece correr para lá.

  3. (1) A Horta, na primeira fotografia, está muitíssimo diferente de quando lá estive, há uns 20 anos. Nessa altura pouco passava de uma aldeola.

    (2) Estive lá diversas vezes e nunca vi o pico do vulcão, nem sequer em sombra. A última fotografia é muito sugestiva, mas ninguém deve ir à Horta e esperar ver isto.

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