Olha a cottage da Laura….. Alguém virá reclamar de hortênsias, mas ainda não era o tempo delas. Também foram comigo, estão algo semelhantes. Tantas vezes penso como é possível existir tanta beleza, tanto encanto!
E as que são brancas, completamente brancas, Alexandra? Tenho uma fixação… Já tentei um tranplante a partir de umas que trouxe da Madeira, mas mesmo com todas as cautelas (terra, etc), degeneraram. E eu que já estava tão entusiasmada por saber que o “meu cottage” era aqui…neste cantinho anglo-português…Mas, eis senão quando, o blogger diz que não, que não é 🙁 é um desmancha-prazeres!
As brancas ficam queimadas, não é? E degeneram. Tenho fixação pelas azuis, dão um colorido fabuloso. Não confundir com clubismo citadino, de forma alguma… nem pensar! Quanto à cottage, é mesmo esta, o blogger deve ter pensado que era o que vai mostrar de seguida, um palacete admirável mais à frente, mas que exige muito mais criadagem. Este aqui é um mimo, bem simples, no meio do verde, rodeado de verde, com esta piscina fenomenal. Penso não estar enganada no seu time-sharing….
Refiro-me aos dois casarões mais para a esquerda, acompanhados pela estranha e esguia igreja abandonada cheia de vitrais, que mais parece gótico-ortodoxa. Três peças arquitectónicas únicas no meio de nenhures, na margem da lagoa, com acesso pelo caminho à direita que se vê na fotografia de cima.
Neblina sobre as criptomérias. Lindo.
A velha bruma que parece vir sempre alimentar-se de criptomérias, Cristina.
Estas tuas fotografias aguçam-me o apetite, João.
A bruma espera-te, Leonor.
Olha a cottage da Laura…..
Alguém virá reclamar de hortênsias, mas ainda não era o tempo delas.
Também foram comigo, estão algo semelhantes.
Tantas vezes penso como é possível existir tanta beleza, tanto encanto!
Não é a mesma casa, mas essa há-de entrar um dia destes.
E as que são brancas, completamente brancas, Alexandra? Tenho uma fixação… Já tentei um tranplante a partir de umas que trouxe da Madeira, mas mesmo com todas as cautelas (terra, etc), degeneraram. E eu que já estava tão entusiasmada por saber que o “meu cottage” era aqui…neste cantinho anglo-português…Mas, eis senão quando, o blogger diz que não, que não é 🙁 é um desmancha-prazeres!
Pobre e mal-agradecida! Depois me dirás.
As brancas ficam queimadas, não é? E degeneram.
Tenho fixação pelas azuis, dão um colorido fabuloso. Não confundir com clubismo citadino, de forma alguma… nem pensar!
Quanto à cottage, é mesmo esta, o blogger deve ter pensado que era o que vai mostrar de seguida, um palacete admirável mais à frente, mas que exige muito mais criadagem.
Este aqui é um mimo, bem simples, no meio do verde, rodeado de verde, com esta piscina fenomenal.
Penso não estar enganada no seu time-sharing….
Refiro-me aos dois casarões mais para a esquerda, acompanhados pela estranha e esguia igreja abandonada cheia de vitrais, que mais parece gótico-ortodoxa. Três peças arquitectónicas únicas no meio de nenhures, na margem da lagoa, com acesso pelo caminho à direita que se vê na fotografia de cima.
Logo vi que pensavas nesses e na igreja que tanto admiramos.
Ma a Laura arrematou esse chalezinho simples, no meio do lago, muito menos trabalhoso…
Um chalet no meio do lago? Não lhe auguro grande futuro…
Não, não, era uma morada para sustentar em autogestão, Alexandra… livra, ele há lá pachorra para palacetes 😉
So british 😉