Gosto muito dessa canção tradicional dos Açores, mas confesso que esta não é a minha versão preferida. Mas adoro o sotaque, embora aqui não esteja muito em evidência…
– Mandas-me umas hortênsias sff? 🙂 Que bonito! “Se no falar trago a dolência das ondas, O olhar é a doçura das lagoas, É que trago a ternura das hortênsias, E no coração a ardência das caldeiras” (cuidado aí com as açoreanas, João…) E a música é linda: não sei porquê, é como se já tivesse ouvido, já estou a cantar 😉
Forreta 😉 Pronto, já está em água no meu solitário (a um ‘connaisseur’ não preciso de explicar que não é propriamente na cadeia ;))
:o)
Laura, com ou sem bruma, a natureza primou nestas ilhas e deu-lhes cor e uma vegetação luxuriante. Aprecia-se o que é natural e não o que a mão do homem fez. Maravilha autêntica! A bruma apenas dá um tom mais escuro aos verdes. Por isso é que insistimos sempre, pois as tonalidades variam consoante a luz. Faz parte da sua beleza. Em Abril cobrem-se de azáleas, a partir de Junho, de milhares de hortênsias. Não faça a coisa por menos… uma florinha de nada?
Eu sou muito mais de luz do que de brumas 😉 Mas as suas descrições, Alexandra, deixam-me curiosa, não devem ter mesmo nada a ver com as de avalon… Milhares de hortênsias? Mesmo, mesmo? Não consigo imaginar maior luxo, digo-lhe!
Milhares, estrada fora! No mesmo dia, em horas diferentes, podemos passar da bruma a um sol radioso, salpicado ou não de núvens. Normalmente, salpicado. Entendo-a perfeitamente. Também sou de sol e céu azul. Garanto que não estraga nem o dia nem a beleza.
Rendida, Alexandra! (tem a certeza de que não é um quadro clandestino da Direcção Regional de Turismo dos Açores?! 🙂 🙂
Tudo muitíssimo bonito, como já é bem sabido. Só não percebo porque é que foste pôr, mesmo no centro do mapa, um rectângulo preto tão grande com uma seta branca? Será para indicar a toda gente que é ali, em Angra do Heroísmo, que estás à nossa espera? eheheh…
Adorável!! E aceito, sensibilizada a homenagem “a todos aqueles que amam, amaram…. estas preciosidades” C’est moi! Estou como a Laura: ainda agora ouvi e já estou a cantarolá-la. É linda. E a foto, em baixo, com ou sem bruma, tudo tem encanto. Já apanhei disso tudo e não deixa de ser lindo. A terminar o dia 1º de Dezembro, não me fica nada bem, mas vou dizê-lo, como dizem nuestros hermanos invasores: precioso!
Afinal, por alguma coisa eles são nuestros hermanos. Até nos deixaram em Angra o amplo e extraordinário Forte de S. Filipe, a que chamamos de S. João Baptista.
Q fotografia encantadora! Os Açores prestam-se, de resto, a flashadas extraordinárias. Tenho uma amiga açoriana cujas fotos da sua Terceira me deixam cheia de felicidade. Ela é uma fotógrafa amadora q eu amo e chama-se Madalena Ávila.
Ah, que inveja do que tu estás a ver neste momento!
(enfim, espero que não estejas numa repartição de finanças…)
Se já ouviste, espero que tenhas gostado do tempero afolcloricado.
(Eheh…)
Gosto muito dessa canção tradicional dos Açores, mas confesso que esta não é a minha versão preferida. Mas adoro o sotaque, embora aqui não esteja muito em evidência…
Tens razão. Mas não é uma canção tradicional. É uma canção de Manuel Medeiros Ferreira inspirada no folclore.
– Mandas-me umas hortênsias sff? 🙂
Que bonito! “Se no falar trago a dolência das ondas, O olhar é a doçura das lagoas, É que trago a ternura das hortênsias, E no coração a ardência das caldeiras” (cuidado aí com as açoreanas, João…)
E a música é linda: não sei porquê, é como se já tivesse ouvido, já estou a cantar 😉
Flores para uma flor? (Onde é que eu já ouvi isto?)
Pega lá, que não estamos no tempo das hortênsias!

Forreta 😉 Pronto, já está em água no meu solitário (a um ‘connaisseur’ não preciso de explicar que não é propriamente na cadeia ;))
:o)
Laura, com ou sem bruma, a natureza primou nestas ilhas e deu-lhes cor e uma vegetação luxuriante.
Aprecia-se o que é natural e não o que a mão do homem fez.
Maravilha autêntica!
A bruma apenas dá um tom mais escuro aos verdes. Por isso é que insistimos sempre, pois as tonalidades variam consoante a luz. Faz parte da sua beleza.
Em Abril cobrem-se de azáleas, a partir de Junho, de milhares de hortênsias.
Não faça a coisa por menos… uma florinha de nada?
Uminha…
Não faz mal, forreta, eu gostei… E julgas que
? Nada disso, com o meu tratamento ficou
!
Eu sou muito mais de luz do que de brumas 😉 Mas as suas descrições, Alexandra, deixam-me curiosa, não devem ter mesmo nada a ver com as de avalon… Milhares de hortênsias? Mesmo, mesmo? Não consigo imaginar maior luxo, digo-lhe!
Milhares, estrada fora!
No mesmo dia, em horas diferentes, podemos passar da bruma a um sol radioso, salpicado ou não de núvens. Normalmente, salpicado.
Entendo-a perfeitamente. Também sou de sol e céu azul. Garanto que não estraga nem o dia nem a beleza.
Rendida, Alexandra!
(tem a certeza de que não é um quadro clandestino da Direcção Regional de Turismo dos Açores?! 🙂 🙂
Tudo muitíssimo bonito, como já é bem sabido.
Só não percebo porque é que foste pôr, mesmo no centro do mapa, um rectângulo preto tão grande com uma seta branca? Será para indicar a toda gente que é ali, em Angra do Heroísmo, que estás à nossa espera? eheheh…
Tens sempre a porta aberta. E que tal a cançoneta?
Obrigado, João. A cançoneta também é bastante curiosa, se bem que não tão variegada como os próprios Açores.
Grande Abraço!
Saudades a todos, Luís.
Adoro a palavra ‘bruma’.
Então somos dois. E tem uma derivação bordoálica: brumiçes…
Tb amo.
Já somos três…
Adorável!!
E aceito, sensibilizada a homenagem “a todos aqueles que amam, amaram…. estas preciosidades”
C’est moi!
Estou como a Laura: ainda agora ouvi e já estou a cantarolá-la.
É linda.
E a foto, em baixo, com ou sem bruma, tudo tem encanto. Já apanhei disso tudo e não deixa de ser lindo.
A terminar o dia 1º de Dezembro, não me fica nada bem, mas vou dizê-lo, como dizem nuestros hermanos invasores: precioso!
Afinal, por alguma coisa eles são nuestros hermanos. Até nos deixaram em Angra o amplo e extraordinário Forte de S. Filipe, a que chamamos de S. João Baptista.
Q fotografia encantadora! Os Açores prestam-se, de resto, a flashadas extraordinárias. Tenho uma amiga açoriana cujas fotos da sua Terceira me deixam cheia de felicidade. Ela é uma fotógrafa amadora q eu amo e chama-se Madalena Ávila.
É impossível ficarmos indiferentes. E este é o único lugar do mundo que já conheci onde o olhar ao vivo nos surpreende para lá dos registos habituais.