Não há no texto do Mário Crespo qualquer novidade. Sem ele mesmo saber porquê (mas esqueceu tanta coisa desde o tempo da SABC do “apartheid”…), odeia Cavaco porque injustamente o associa a qualquer patifaria que em tempos lhe fizeram. Já a recente animosidade para com Sócrates está relacionada com o facto de ter sido preterido (em favor do Carneiro Jacinto, imagine-se!) na nomeação para adido em Washington. Quando as questões pessoais são a base do “comentário” político, é isto.
Não suporto Mário Crespo, nem do estilo, nem da forma. No entanto o que ele diz é uma evidência, que só se torna notícia na medida em que o ódio para com o PS (não é só com Sócrates) não pressupunha que viesse a fazer uma análise tão distanciada. Se tem ódios com Cavaco não sei. Suponho que Carlos Abreu Amorim não os tenha. Como não consigo fazer o link , faço o copy past do texto:
Heresias Perdeu a distância O silêncio de Cavaco Silva no pseudo ) caso das ‘escutas’ marca uma nova etapa na intervenção presidencial no jogo político-partidário . Curiosamente, este tem sido o PR que mais tem apregoado a separação do seu cargo com os interesses dos partidos. Mas resvalou no contrário do que dizia defender a pouco mais de um mês das eleições.
Agosto tem sido um mês terrível para Ferreira Leite. A antipatia suscitada pelas listas de deputados (exclusões e inclusões) amolgou para além do previsível. Muitos perceberam que os leitistas não são melhores do que os socratistas na defesa da ética política e nos tiques de prepotência.
Estas ‘escutas’ parecem um esforço aflito para despistar as atenções. A mudez de Cavaco está a abonar uma historieta de jardim-infantil e a socorrer o PSD. Carlos Abreu Amorim, Jurista
fontes de belem, fontes do Governo, fontes proximas de…, fontes do PSD, fontes do PS., fontes da agencias de comunicaçao, etc, etc
O Jornalismo português é um autentico fontanario!
Preferia então que os jornalistas não citassem as suas fontes? Viva a crítica gratuita…
Não há no texto do Mário Crespo qualquer novidade. Sem ele mesmo saber porquê (mas esqueceu tanta coisa desde o tempo da SABC do “apartheid”…), odeia Cavaco porque injustamente o associa a qualquer patifaria que em tempos lhe fizeram.
Já a recente animosidade para com Sócrates está relacionada com o facto de ter sido preterido (em favor do Carneiro Jacinto, imagine-se!) na nomeação para adido em Washington.
Quando as questões pessoais são a base do “comentário” político, é isto.
Não suporto Mário Crespo, nem do estilo, nem da forma. No entanto o que ele diz é uma evidência, que só se torna notícia na medida em que o ódio para com o PS (não é só com Sócrates) não pressupunha que viesse a fazer uma análise tão distanciada. Se tem ódios com Cavaco não sei. Suponho que Carlos Abreu Amorim não os tenha. Como não consigo fazer o link , faço o copy past do texto:
Heresias
Perdeu a distância
O silêncio de Cavaco Silva no pseudo ) caso das ‘escutas’ marca uma nova etapa na intervenção presidencial no jogo político-partidário . Curiosamente, este tem sido o PR que mais tem apregoado a separação do seu cargo com os interesses dos partidos. Mas resvalou no contrário do que dizia defender a pouco mais de um mês das eleições.
Agosto tem sido um mês terrível para Ferreira Leite. A antipatia suscitada pelas listas de deputados (exclusões e inclusões) amolgou para além do previsível. Muitos perceberam que os leitistas não são melhores do que os socratistas na defesa da ética política e nos tiques de prepotência.
Estas ‘escutas’ parecem um esforço aflito para despistar as atenções. A mudez de Cavaco está a abonar uma historieta de jardim-infantil e a socorrer o PSD.
Carlos Abreu Amorim, Jurista