Sem dúvida! Tenho algures na Gota um post (espere aí, deixe ver se encontro, sim, cá está ele: http://gotaderantanplan.blogspot.pt/2011/02/carrie-bradshaw-e-o-cinema.html ) em que refiro o filme de passagem.
Ora The Trolley Song, que surge a mais de meio do filme, se a memória não me atraiçoa, por magia do cinema aparece no muito fraco Sex and the City 1 quando Carrie Bradshaw, personagem que ainda hoje põe muita cabecinha tonta a sonhar, que NUNCA tinha visto o filme (o que é simplesmente estúpido) embarca aí para a terceira colherada de sopa de compra. O que eu ri! Parecia que o filme tinha acabado de começar
Na sequela, o abominável SATC 2 já não ri, a irritação foi mais forte. Aquilo é demasiado mau.
Não vi o 2, nem verei. Mas vi o 1: um dos piores filmes que até hoje me passaram pelos olhos. É um interminável desfile de marcas e etiquetas, nada mais. Como se o filme fosse, ele próprio, um intervalo publicitário Aquela cena das dondocas a passearem de salto alto marca XPTO no deserto é de rir à gargalhada, pelo humor involuntário. O melhor desempenho neste filme é o dos camelos.
Sem dúvida! 2/carrie-bradshaw-e-o-cinema.html ) em que refiro o filme de passagem.
Tenho algures na Gota um post (espere aí, deixe ver se encontro, sim, cá está ele: http://gotaderantanplan.blogspot.pt/2011/0
Ora The Trolley Song, que surge a mais de meio do filme, se a memória não me atraiçoa, por magia do cinema aparece no muito fraco Sex and the City 1 quando Carrie Bradshaw, personagem que ainda hoje põe muita cabecinha tonta a sonhar, que NUNCA tinha visto o filme (o que é simplesmente estúpido) embarca aí para a terceira colherada de sopa de compra. O que eu ri! Parecia que o filme tinha acabado de começar
Na sequela, o abominável SATC 2 já não ri, a irritação foi mais forte. Aquilo é demasiado mau.
Não vi o 2, nem verei. Mas vi o 1: um dos piores filmes que até hoje me passaram pelos olhos. É um interminável desfile de marcas e etiquetas, nada mais. Como se o filme fosse, ele próprio, um intervalo publicitário Aquela cena das dondocas a passearem de salto alto marca XPTO no deserto é de rir à gargalhada, pelo humor involuntário. O melhor desempenho neste filme é o dos camelos.
Grande mãe, grande filha.
E grande filme, do Vincente Minnelli: ‘Meet me in St. Louis’ (‘Não há como a nossa casa’, na tradução portuguesa). De 1944.
Vi.
“Meet me”… anywhere que seja é sempre lindo e uma boa aposta.
Obra-prima. E com outra ‘canção do século’: ‘Have yourself a merry little Christmas’