Canção de culto, dizes bem. Como ‘Cálice’, ou ‘Mulheres de Atenas’. E um fabuloso trabalho de construção da língua portuguesa, que nas canções do Chico se torna mais plástica que nunca, ultrapassando sempre novas fronteiras.
A primeira vez que a ouvi foi no Liceu Nacional do Barreiro, 1975, sala de alunos, uma aparelhagem roufenha a tocar o «Força-força companheiro Vasco», mas também as músicas do Zeca Afonso, José Mário Branco, Sérgio Godinho, Vitorino, e esta, do Chico Buarque, uma das que sobreviveram ao contexto… Grande Chico! Bem lembrado.
O Chico é sempre… como dizer?… o Chico!
E a “Construção” é uma canção de culto.
Canção de culto, dizes bem. Como ‘Cálice’, ou ‘Mulheres de Atenas’. E um fabuloso trabalho de construção da língua portuguesa, que nas canções do Chico se torna mais plástica que nunca, ultrapassando sempre novas fronteiras.
É verdade o que dizes, também quanto a essas duas. Mas do Chico já é difícil escolher dez, quanto mais uma!
Sim, mas hei-de trazer aqui uma selecção bastante ampla de temas para satisfazer os nossos leitores mais exigentes (e nós próprios, claros).
Bom dia Pedro,
Do Chico escolheu esta. Gosto. Mas ainda há mais umas quantas que poderiam figurar na galeria.
Um abraço
Pois há, António. Aparecerão aqui.
Abraço.
A primeira vez que a ouvi foi no Liceu Nacional do Barreiro, 1975, sala de alunos, uma aparelhagem roufenha a tocar o «Força-força companheiro Vasco», mas também as músicas do Zeca Afonso, José Mário Branco, Sérgio Godinho, Vitorino, e esta, do Chico Buarque, uma das que sobreviveram ao contexto… Grande Chico! Bem lembrado.
Chico sobreviveu – e de que maneira – aos primarismos pseudo-revolucionários onde o quiseram engavetar. Com ele não há primarismos que aguentem.