Curto bué, Portas (não, isto não é uma Helénica provocação!). Lembram-me sempre as festarolas de garagem nos anos “80’s”. O maralhal andava com as hormonas aos saltos e dançava ao som de “Light My Fire “. Bom… a bem dizer… não dançávamos, aoreolávamos as calças justas, sem bolsos, à boca-de-sino, e arrancávamos profundos suspiros às moçoilas que debutávam. Era assim… e nem poderia ter sido de outra forma! ;)))))
Pois não… o melhor de uma época, perdeu-se na pseudo-lisura de um caminho que nos deveria ter conduzido a um mundo melhor. Pelo menos era esse o “espírito” impresso nos GRANDES temas dos Génesis, dos Pink floyd, dos Super Tramp, etc. 😉
Curto bué, Portas (não, isto não é uma Helénica provocação!).
Lembram-me sempre as festarolas de garagem nos anos “80’s”. O maralhal andava com as hormonas aos saltos e dançava ao som de “Light My Fire “. Bom… a bem dizer… não dançávamos, aoreolávamos as calças justas, sem bolsos, à boca-de-sino, e arrancávamos profundos suspiros às moçoilas que debutávam.
Era assim… e nem poderia ter sido de outra forma!
;)))))
Festas de garagem em noites sem fim ao som dos Doors. Disto já não há.
Pois não… o melhor de uma época, perdeu-se na pseudo-lisura de um caminho que nos deveria ter conduzido a um mundo melhor.
Pelo menos era esse o “espírito” impresso nos GRANDES temas dos Génesis, dos Pink floyd, dos Super Tramp, etc.
😉
Todos esses hão-de passar nesta série, Bartolomeu. Dois deles já passaram antes.
Nunca consegui gostar dos Doors. Demasiado depressivos.
Bom para ouvir agora, Teresa. Não tarda nada voltam a estar na moda outra vez.