12 comentários em “As canções do século (705)”

  1. A chamada música para constituir família, um cromo:) Era foleira, pois era, mas passada a meio da maluqueira do disco sound até passava por um ataque de súbita sensatez;)

  2. Ohhh… que soidades… ainda me bêm as tears aos eyes, quando penso no meu Morris Cooper S.
    bermelho cuma lista bránquinha que lhe binha desdo capóte inté à vagageira, bolánte de móquinha, uma ábufadeira de cumpetiçõe e cálcantes especiais. Um estouro!
    E os feelings caquela bomba probocába no pessoal femenino á puorta da faculdade?! Nem bos cuonto canudo, éra o máximo. As garinas delirábão prandar no Morris, parafazer meiadúzia de curbas cos calcántes a xiar e o cumpetente peõe no largo da faculdade.
    Ohhh que soidades!

      1. Mas o “je t’aime” sempre tinha outro picante e outra originalidade! E tinha o Gainsbourg, essa figura entre o repulsivo e o irresistível… e não esta lêndea enjoativa.
        🙂

        1. Meu Deus, como é que o Pedro ainda não se lembrou do ‘Je t’aime moi non plus’?! “Compreendi-te”, como dizia o Vasco Santana… O certo é que não me lembro de nenhuma música que tenha provocado uma “ruptura” semelhante 🙂

          1. Bom, mas temos de convir, minhas amigas, estes e mais uns quantos, ainda fizeram umas canções capazes de aproximar corações (e o resto). Este je táime estou convencido que é responsável por uma boa parte das taxas de natalidade da época. Agora… hmmm, hmmm. Não ha música que faça a chavalada sentir o apelo procriativo.
            Mas os que dançaram aquelas foleiradas, tiveram uns bónus muito interessantes para compensar e ajudar a formar carácters; tiveram Génesis, Supertramp, Bob Dylan, Pink Floyd, Beatles, Monkees, Animals, Jefferson, Led Zeppelin, the shadows, Ray charles, Cat Steven e mais uma boa quantidade deles, que me levavam o guito todo da mesada em LP’s.

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