A chamada música para constituir família, um cromo:) Era foleira, pois era, mas passada a meio da maluqueira do disco sound até passava por um ataque de súbita sensatez;)
Ohhh… que soidades… ainda me bêm as tears aos eyes, quando penso no meu Morris Cooper S. bermelho cuma lista bránquinha que lhe binha desdo capóte inté à vagageira, bolánte de móquinha, uma ábufadeira de cumpetiçõe e cálcantes especiais. Um estouro! E os feelings caquela bomba probocába no pessoal femenino á puorta da faculdade?! Nem bos cuonto canudo, éra o máximo. As garinas delirábão prandar no Morris, parafazer meiadúzia de curbas cos calcántes a xiar e o cumpetente peõe no largo da faculdade. Ohhh que soidades!
Mas o “je t’aime” sempre tinha outro picante e outra originalidade! E tinha o Gainsbourg, essa figura entre o repulsivo e o irresistível… e não esta lêndea enjoativa. 🙂
Meu Deus, como é que o Pedro ainda não se lembrou do ‘Je t’aime moi non plus’?! “Compreendi-te”, como dizia o Vasco Santana… O certo é que não me lembro de nenhuma música que tenha provocado uma “ruptura” semelhante 🙂
Bom, mas temos de convir, minhas amigas, estes e mais uns quantos, ainda fizeram umas canções capazes de aproximar corações (e o resto). Este je táime estou convencido que é responsável por uma boa parte das taxas de natalidade da época. Agora… hmmm, hmmm. Não ha música que faça a chavalada sentir o apelo procriativo. Mas os que dançaram aquelas foleiradas, tiveram uns bónus muito interessantes para compensar e ajudar a formar carácters; tiveram Génesis, Supertramp, Bob Dylan, Pink Floyd, Beatles, Monkees, Animals, Jefferson, Led Zeppelin, the shadows, Ray charles, Cat Steven e mais uma boa quantidade deles, que me levavam o guito todo da mesada em LP’s.
“Je t’ aime… moi non plus” já passou por cá, Laura. Nem podia deixar de ser. Canção do século nº 237.
Passou-me… Pronto, está reposta a objectividade histórica 😉
Objectividade histérica, para aqueles ranzinzas que detestavam ‘je t’aime…’ Há (des)gostos para tudo.
A chamada música para constituir família, um cromo:) Era foleira, pois era, mas passada a meio da maluqueira do disco sound até passava por um ataque de súbita sensatez;)
Ohhh… que soidades… ainda me bêm as tears aos eyes, quando penso no meu Morris Cooper S.

bermelho cuma lista bránquinha que lhe binha desdo capóte inté à vagageira, bolánte de móquinha, uma ábufadeira de cumpetiçõe e cálcantes especiais. Um estouro!
E os feelings caquela bomba probocába no pessoal femenino á puorta da faculdade?! Nem bos cuonto canudo, éra o máximo. As garinas delirábão prandar no Morris, parafazer meiadúzia de curbas cos calcántes a xiar e o cumpetente peõe no largo da faculdade.
Ohhh que soidades!
Bartolomeu, já me arrancou uma gargalhada 😉
Isséquépreciso, Laura.
Uma vez que não conseguimos arrancar das cabeças dos nossos governantes a ideia peregrina de agravar as taxas moderadoras…
Meu Deus! Como é que gostávamos disto é que é o grande mistério… 🙂
Hora, Ana… na idade em que as hormonas estalavam como pipocas, até gostávamos do je t’aime …
;)))
Mas o “je t’aime” sempre tinha outro picante e outra originalidade! E tinha o Gainsbourg, essa figura entre o repulsivo e o irresistível… e não esta lêndea enjoativa.
🙂
Meu Deus, como é que o Pedro ainda não se lembrou do ‘Je t’aime moi non plus’?! “Compreendi-te”, como dizia o Vasco Santana… O certo é que não me lembro de nenhuma música que tenha provocado uma “ruptura” semelhante 🙂
Bom, mas temos de convir, minhas amigas, estes e mais uns quantos, ainda fizeram umas canções capazes de aproximar corações (e o resto). Este je táime estou convencido que é responsável por uma boa parte das taxas de natalidade da época. Agora… hmmm, hmmm. Não ha música que faça a chavalada sentir o apelo procriativo.

Mas os que dançaram aquelas foleiradas, tiveram uns bónus muito interessantes para compensar e ajudar a formar carácters; tiveram Génesis, Supertramp, Bob Dylan, Pink Floyd, Beatles, Monkees, Animals, Jefferson, Led Zeppelin, the shadows, Ray charles, Cat Steven e mais uma boa quantidade deles, que me levavam o guito todo da mesada em LP’s.
“Je t’ aime… moi non plus” já passou por cá, Laura. Nem podia deixar de ser. Canção do século nº 237.
Passou-me… Pronto, está reposta a objectividade histórica 😉
Objectividade histérica, para aqueles ranzinzas que detestavam ‘je t’aime…’ Há (des)gostos para tudo.