Que os leitores do DO permitam que eu faça uma referência muito especial a este post do Pedro Correia. Ao longo da minha vida trabalhei sempre em rádio e em estreita ligação a todos os tipos de música e de cantigas. Quero salientar que este post é o 700º sobre canções maravilhosas que nos foram proporcionadas ouvindo pela primeira vez ou recordando com saudade. Contudo, o mais importante deste meu comentário prende-se com a extraordinária escolha do Pedro, porque não tivemos aqui uma, uma só canção que fosse desinteressante ou de má qualidade. Esta decisão do Pedro em oferecer-nos diariamente uma canção, digo-vos, é um trabalho extremamente difícil e moroso. São muitas horas de dedicação a uma causa que eu sempre abracei e, por isso, achar justo presentear com um abraço de parabéns o Pedro pelo seu trabalho: a causa de gostar muito de canções. E quem canta seus males espanta…
Obrigado pelas palavras amigas, João: pareceu-me que o genial Louis Armstrong vinha mesmo a calhar para a edição nº 700 destas ‘canções do século’, que vão continuar (garanto). Confesso que nunca pensei que esta série – julgo que a mais longa do género na blogosfera portuguesa, sem falhar um só dia de há quase dois anos para cá – me viesse a dar tanto trabalho. Mas dá-me igualmente muito prazer. E o prazer maior decorre das palavras de incentivo e apreço dos leitores. Como o próprio nome da série sugere, não são canções inteiramente ao meu gosto pessoal que aqui desfilam: algumas delas só aqui chegaram por terem sido – ou serem ainda – indiscutivelmente populares. Falta acrescentar que uma das maiores dificuldades se relaciona com a obtenção de canções mais antigas, do primeiro quartel do século XX, quando havia ainda poucos registos sonoros. Outra dificuldade tem a ver com direitos autorais: Bob Dylan, Sinatra e Supertramp, só para citar três nomes de que me lembro um pouco ao acaso, são difíceis de encontrar em versões decentes e som a condizer. Isso faz parte das dificuldades a que me referia atrás. Mas vai-se fazendo o que se pode. Um grande abraço.
Obrigada por esta 700ª. Só hoje consegui pôr-me a par de alguns posts elaborados pelos autores do DO. Este foi um deles e é, entre outros, um dos que me apraz … muito. Afastando qualquer bajulação de minha parte, louvo esta sua tarefa bem trabalhosa, mas sem dúvida apetecível … presumo. Há umas “canções do século” de que gosto imenso, outras nem tanto, mas das muitas que ouço inúmeras vezes algumas avolumaram a pasta das minhas favoritas. O intuito deste meu comentário, que já se está a tornar enfadonho, é sugerir-lhe a sua continuidade. Bem-haja.
Que os leitores do DO permitam que eu faça uma referência muito especial a este post do Pedro Correia. Ao longo da minha vida trabalhei sempre em rádio e em estreita ligação a todos os tipos de música e de cantigas. Quero salientar que este post é o 700º sobre canções maravilhosas que nos foram proporcionadas ouvindo pela primeira vez ou recordando com saudade. Contudo, o mais importante deste meu comentário prende-se com a extraordinária escolha do Pedro, porque não tivemos aqui uma, uma só canção que fosse desinteressante ou de má qualidade. Esta decisão do Pedro em oferecer-nos diariamente uma canção, digo-vos, é um trabalho extremamente difícil e moroso. São muitas horas de dedicação a uma causa que eu sempre abracei e, por isso, achar justo presentear com um abraço de parabéns o Pedro pelo seu trabalho: a causa de gostar muito de canções. E quem canta seus males espanta…
Obrigado pelas palavras amigas, João: pareceu-me que o genial Louis Armstrong vinha mesmo a calhar para a edição nº 700 destas ‘canções do século’, que vão continuar (garanto).
Confesso que nunca pensei que esta série – julgo que a mais longa do género na blogosfera portuguesa, sem falhar um só dia de há quase dois anos para cá – me viesse a dar tanto trabalho. Mas dá-me igualmente muito prazer. E o prazer maior decorre das palavras de incentivo e apreço dos leitores.
Como o próprio nome da série sugere, não são canções inteiramente ao meu gosto pessoal que aqui desfilam: algumas delas só aqui chegaram por terem sido – ou serem ainda – indiscutivelmente populares.
Falta acrescentar que uma das maiores dificuldades se relaciona com a obtenção de canções mais antigas, do primeiro quartel do século XX, quando havia ainda poucos registos sonoros. Outra dificuldade tem a ver com direitos autorais: Bob Dylan, Sinatra e Supertramp, só para citar três nomes de que me lembro um pouco ao acaso, são difíceis de encontrar em versões decentes e som a condizer.
Isso faz parte das dificuldades a que me referia atrás. Mas vai-se fazendo o que se pode.
Um grande abraço.
Obrigada por esta 700ª. Só hoje consegui pôr-me a par de alguns posts elaborados pelos autores do DO. Este foi um deles e é, entre outros, um dos que me apraz … muito. Afastando qualquer bajulação de minha parte, louvo esta sua tarefa bem trabalhosa, mas sem dúvida apetecível … presumo. Há umas “canções do século” de que gosto imenso, outras nem tanto, mas das muitas que ouço inúmeras vezes algumas avolumaram a pasta das minhas favoritas. O intuito deste meu comentário, que já se está a tornar enfadonho, é sugerir-lhe a sua continuidade. Bem-haja.
Assim será, Ana. Nada melhor do que o estímulo dos leitores. Agradeço-lhe as palavras que aqui deixou.