Já escrevi em http :/ ladosab.blogs.sapo.pt / o que penso sobre Freddie Mercury. Se Sinatra era “A Voz”, que “epíteto” dar ao falecido vocalista dos Queen?
Claro que gostaria de ser imortal. Visitar toda a terra, depois o espaço e voltar. Nem é preciso, basta estar num dia frio com o sol quente a bater, encostado a fazer a digestão e já é suficiente para querer estar cá para sempre.
Ficava na perpendicular da minha casa, da minha varanda, aqui em Feltham, município de Londres. O primeiro monumento mundial em memória a Freddy Mercury foi erguido aqui perto do local onde viveu durante quatro anos. Era circular, mosaico de diversas pedras e bronze, uma estrela para um astro. Inaugurado na presença da mãe, elementos da banda e muitas centenas de fãs. Foi retirado há algumas semanas. A explicação oficial do município esclarece a grande degradação do monumento. Sim, nunca o vi ser polido, nunca o vi ser lavado, nunca vi qualquer trabalho de manutenção. Foi substituído por uma tijoleira, perdida num dos passeios aqui da cidade, que ainda não encontrei. E talvez seja melhor assim. Deixará de ser um monumento pisado indiferentemente por que se dirige ao grande monumento deste século, o centro comercial. Está presente no registo da sua voz, nas suas letras, nos corações de alguns. Hoje assinala-se o 20º aniversário da sua morte.
Cantou “Who wants to live forever?”. Well, I think you might have reach immortality, mate.
Boa escolha, Pedro.
No one is the answer.
Vinte anos sem o Freddie Mercury, Leonor. Como o tempo passa.
Já escrevi em http :/ ladosab.blogs.sapo.pt / o que penso sobre Freddie Mercury. Se Sinatra era “A Voz”, que “epíteto” dar ao falecido vocalista dos Queen?
E escreveste muito bem, meu caro.
Então eu sou “no one”…
Claro que gostaria de ser imortal. Visitar toda a terra, depois o espaço e voltar.
Nem é preciso, basta estar num dia frio com o sol quente a bater, encostado a fazer a digestão e já é suficiente para querer estar cá para sempre.
Boa onda, Lucky. A fazer jus ao apelido.
Ficava na perpendicular da minha casa, da minha varanda, aqui em Feltham, município de Londres. O primeiro monumento mundial em memória a Freddy Mercury foi erguido aqui perto do local onde viveu durante quatro anos. Era circular, mosaico de diversas pedras e bronze, uma estrela para um astro. Inaugurado na presença da mãe, elementos da banda e muitas centenas de fãs. Foi retirado há algumas semanas. A explicação oficial do município esclarece a grande degradação do monumento. Sim, nunca o vi ser polido, nunca o vi ser lavado, nunca vi qualquer trabalho de manutenção. Foi substituído por uma tijoleira, perdida num dos passeios aqui da cidade, que ainda não encontrei.
E talvez seja melhor assim. Deixará de ser um monumento pisado indiferentemente por que se dirige ao grande monumento deste século, o centro comercial.
Está presente no registo da sua voz, nas suas letras, nos corações de alguns. Hoje assinala-se o 20º aniversário da sua morte.
Cantou “Who wants to live forever?”. Well, I think you might have reach immortality, mate.
Obrigado pela evocação que aqui nos trouxe, Paulo.